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01 - Mestres da Linhagem - Niguma

NigumaNa manhã de hoje, tivemos a oportunidade de iniciar os estudos sobre os Cantos de Realização dos Mestres da Linhagem Shangpa. O primeiro Canto que estudamos foi o de Niguma, apresentado após uma contextualização que abordou os seguintes tópicos:

  • Linhagens;
  • Primeira fase do Budismo no Tibet (Guru Rimpoche);
  • Segunda fase do Budismo no Tibet;
  • Dois tipos de Transmissão;
  • Tilopa e Naropa
  • Kyungpo Neljor (Niguma e Sukasiddhi)
Niguma
Duração: 1h46min / Tradução: Zenia Aquino Machado
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Niguma

A dakini de sabedoria conhecida como Niguma, irmã do ilustre Naropa, foi uma yoguini auto-surgida, poderosa bodisatva de décima terra, e recebeu instruções diretas do Vencedor Vajradhara. Ela cantou os seguintes versos vajra que libera de maneira espontânea:

Natureza da mente, que é como uma 
Jóia que realiza todas as aspirações, diante de vós eu me prosterno.
Com a aspiração de obter o perfeito despertar,

Para purificar os pensamentos ordinários,

(visualize) claramente seu corpo como sendo a divindade.

Desenvolva um pensamento superior

e uma devoção pura em relação ao Lama.

Sem pensar no Lama e no Ydam,

Sem nenhuma fabricação mental do que é real e imaginário

Permaneça no estado natural sem fabricação.

Sua própria mente, sem fabricações, é o Dharmakaya.

Permanecer nesse estado, sem distrações,

É o ponto essencial da meditação.

Realize o grande ilimitado.

Esses diversos pensamentos de apego e raiva,

Do Oceano do samsara que precisam ser abandonados,

Com a espada afiada do não nascido,

Corte-os na ausência de natureza própria.

Quando se cortam as raízes de uma árvore,

Seus galhos não crescerão.

Como num oceano límpido,

Bolhas emergem e voltam a se dissolver na água.

Da mesma maneira, pensamentos não são nada além do que a própria natureza da realidade.

Não os considere como sendo defeitos. Fique relaxado.

Quando não se tem apego pelo que aparece, pelo que surge,

Isso se auto-libera em sua própria natureza.

Aparências, sons e fenômenos são a própria mente.

Não há nenhum fenômeno além da mente.

A mente é desprovida de nascimento, cessação,

E elaboração.

Aqueles que conhecem a natureza da mente,

Mesmo que desfrutem dos prazeres dos cinco sentidos,

Não há movimento da natureza da realidade.

Por exemplo, se você vai para uma ilha de ouro,

Mesmo que procurar por pedras e terra, não encontrará.

Na equanimidade da grande expansão absoluta,

Não há apropriação nem rejeição,

Não há estado de meditação, nem pós-meditação.

Vai ser óbvio no momento certo,

A realização será espontânea

E irá satisfazer as esperanças dos seres,

Como a jóia que satisfaz todas aspirações.

Pessoas de diferentes níveis de capacidade:

superior, médio e comum, devem aprender isso

De acordo com a sua compreensão.

Assim foi dito.

02 - Mestres da Linhagem - Sukha Siddhi

Sukha SiddhiA dakini de sabedoria conhecida por Sukasiddhi recebeu iniciações completas na mandala emanada pelo ilustre mestre Biruapa e, em uma noite, alcançou a oitava terra. Então, ela encontrou o Buda Dorje Chang e tornou-se inseparável da baghavati Damema. Ela cantou essa canção conferindo as instruções essenciais para os seus discípulos afortunados:

Livre-se dos domínios dos seis sentidos,
O caminho para o Nirvana é não se envolver com os objetos dos domínios dos seis sentidos
Não conceitual é o Dharmadatu.
Libertar-se da atividade mental é o Mahamudra.

Não medite! Não medite! Não medite com a mente conceitual.
A meditação intelectual é uma produção ilusória dos pensamentos.
Pensamentos prendem ao samsara.
Na ausência de conceitualização, não há meditação.

Com a consciência primordial,
Insubstancial e imparcial como o céu,
Discipline a base da mente
E permaneça relaxado nela.


 

Sukha Siddhi
Duração: 1h13min / Tradução: Cássio Mendes 
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03 - Mestres da Linhagem - Metripa 01

Metripa

 

Na manhã de hoje,foram abordados os seguintes tópicos, :

  • Leitura da prece de aspiração Nigu Monlam, 
  • Objetivo dos ensinamentos do Buda: elminar o sofrimento;
  • Os três treinamentos: Ética, Meditação e Sabedoria;
  • Duas Abordagens: 
    • O Caminho sem Elaboração (Mahamudra)
    • O Caminho com elaboração (Caminho dos Meios);
      • Seis Doutrinas de Naropa
        • Calor (tummo)
        • Corpo ilusório
        • Sonho
        • Clara Luz
        • Transferência de Consciência (powa)
        • Estado Intemediário (bardo)
  • Leitura do primeiro canto de Metripa

 

Metripa - 01
Duração: 1h35min / Tradução: Rose Moreira 
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Download do texto Tib/Português Tib/Francês 

Metripa

O ilustre realizado e mestre Shauari aceitou Metripa como seu discípulo direto. [Metripa] havia recebido uma profecia dizendo que alcançaria a realização do supremo Mahamudra, durante o estado intermediário, depois da morte. O Conquistador Metripa, também conhecido como Advayavajra, foi o líder de um número infinito de pawos e dakinis e senhor dos profundos ensinamentos relacionados ao estado mental sem atividade, a natureza da mente última e essencial.

Enquanto vivia como um [praticante tântrico] no Monastério de Vikramasila, secretamente, ele utilizava álcool e mudra. Quando os demais membros da comunidade monástica descobriram isso, eles o expulsaram do local. Metripa estendeu um tapete feito de pele de antílope [sobre as águas] e usando seu bastão como remo, partiu deslizando e cantando o seguinte canto:

Confiar no nobre mestre é felicidade.
Beber o néctar de seus profundos ensinamentos é felicidade.

Experimentar a talidade é felicidade.
Nenhuma experiência é felicidade.

Ter uma perspectiva sem medos ou expectativas é felicidade.
Se a realização é espontânea isso também é felicidade.

A meditação sem apreensão dualista é felicidade.
Ser imparcial também é felicidade.

Uma conduta sem apreensão e sem rejeição é felicidade.
Ser intrépido também é felicidade.

A mente que contempla a mente é felicidade.
Cortar o caminho equivocado dos medos e expectativas também é felicidade.

Aplicar-se em retiro nas montanhas é felicidade.
A visão sem medos nem expectativas também é felicidade.

Deixar o lar, os amigos e os parentes é felicidade.
Viver na mendicância também é felicidade.

Alimentar-se da comida da grande felicidade é felicidade.
Vestir-se da clara luz é felicidade.

Integrar os assistentes no caminho é felicidade.
Manter o olhar na ponta do próprio nariz é felicidade.

Cantando assim, ele deslizou livremente pela superfície das águas. Todos perceberam que se tratava de um mestre realizado. Arrependeram-se e, da margem, a ele se prosternam.

 

04 - Mestres da Linhagem - Metripa 01

Metripa

 

Na manhã de hoje,foram abordados os seguintes tópicos, :

  • Contexto geográfico, social e político do Tibete na época desses Mestres (séculos 10 a 12); relacionamento com a Índia, a China e a Mongólia;
  • A função do Lama e a forma de se relacionar com ele;
    • Transposições mais comuns a serem evitadas: 
    • Recapitulação dos ensinamentos de Gampopa, no livro "O Precioso Ornamento da Liberação" (cap. 3:  "A Condição: O Amigo Virtuoso)
Metripa - 01
Duração: 1h27min / Tradução: Gisele L'Abbate 
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Download do texto Tib/Português Tib/Francês 

Metripa

O ilustre realizado e mestre Shauari aceitou Metripa como seu discípulo direto. [Metripa] havia recebido uma profecia dizendo que alcançaria a realização do supremo Mahamudra, durante o estado intermediário, depois da morte. O Conquistador Metripa, também conhecido como Advayavajra, foi o líder de um número infinito de pawos e dakinis e senhor dos profundos ensinamentos relacionados ao estado mental sem atividade, a natureza da mente última e essencial.

Enquanto vivia como um [praticante tântrico] no Monastério de Vikramasila, secretamente, ele utilizava álcool e mudra. Quando os demais membros da comunidade monástica descobriram isso, eles o expulsaram do local. Metripa estendeu um tapete feito de pele de antílope [sobre as águas] e usando seu bastão como remo, partiu deslizando e cantando o seguinte canto:

Confiar no nobre mestre é felicidade.
Beber o néctar de seus profundos ensinamentos é felicidade.

Experimentar a talidade é felicidade.
Nenhuma experiência é felicidade.

Ter uma perspectiva sem medos ou expectativas é felicidade.
Se a realização é espontânea isso também é felicidade.

A meditação sem apreensão dualista é felicidade.
Ser imparcial também é felicidade.

Uma conduta sem apreensão e sem rejeição é felicidade.
Ser intrépido também é felicidade.

A mente que contempla a mente é felicidade.
Cortar o caminho equivocado dos medos e expectativas também é felicidade.

Aplicar-se em retiro nas montanhas é felicidade.
A visão sem medos nem expectativas também é felicidade.

Deixar o lar, os amigos e os parentes é felicidade.
Viver na mendicância também é felicidade.

Alimentar-se da comida da grande felicidade é felicidade.
Vestir-se da clara luz é felicidade.

Integrar os assistentes no caminho é felicidade.
Manter o olhar na ponta do próprio nariz é felicidade.

Cantando assim, ele deslizou livremente pela superfície das águas. Todos perceberam que se tratava de um mestre realizado. Arrependeram-se e, da margem, a ele se prosternam.

 

05 - Mestres da Linhagem - Metripa 02

Esse grande senhor e mestre espiritual tocou a poeira dos pés do nobre Shauari, na Gloriosa Montanha, no Sul [da Índia]. Quando Shauari concedeu-lhe a iniciação do Mahamudra, Metripa cantou o seguinte canto definindo a natureza da realidade:

O samsara e o além do sofrimento são indiferenciados,
Como as ondas e a água.
Entre Budas e seres sencientes não há dualidade;
A diferença entre eles é como o veneno [antes e] depois de os mantras o neutralizarem.

Na mente em si, as diferentes aparências são como as diferentes cores que aparecem no cristal, dependendo das circunstâncias.
Mesmo se diferentes coisas surgem, são apenas sua própria mente,
No oceano todas as águas possuem o gosto do sal.

Depois de abandonar todas as coisas substanciais ou insubstânciais,
a mente original permanece como o céu após a passagem de um pássaro.

Como uma única lamparina
Dissipa mil anos de escuridão densa.
Um instante de realização de sua própria mente
Dispersa a cólera e o apego densos das alucinações samsáricas.

As ondas de pensamentos dos sofrimentos do samsara
são pacificadas pelo ioga que une método e sabedoria.

Uma jóia brilhante colocada na lama
Não brilha, é sem forma, sem ida nem vinda.
No momento em que a realização do Mahamudra surge,
A mente é vasta e ampla como o céu,
Clara e sem conceitos é como ele.

Mesmo que apareça, é insubstancial, como o reflexo da lua na água.
Claridade sem apego é como o arco-íris.
inexprimível como a felicidade de uma criança.
Isso não é localizado em nenhuma direção e desprovido de todo extremo.
não é poluído pela parcialidade, sem nenhuma impureza.
Se se utiliza o exemplo de uma bola de cristal, é porque ela é desprovida de impureza.

A mente livre de medos e expectativas é como um leão.
A grande felicidade da mente é ininterrupta como um rio.
É imparcial como a luz do sol e da lua!

Que maravilha!
Essa (mente) espontânea é maravilhosa!

Iogue permaneça nesse estado natural,
E nele, sem fazer nada fique sem artifícios.
A ausência de artifícios é o Dharmakaya mesmo.

Pelo defeito do artifício a visão do caminho nobre é impedida.
Solte o elefante da mente.
Compreender assim é a essência do ioga.

Na ausência de prática, obtem-se o fruto do estado de Buda.
Na inatividade, as tarefas difíceis são realizadas.
Na ausência de prática, obtêm-se as Realizações.
Na ausência de meditação, o fruto último é obtido.

As três existências são todas livres desde a origem.
Aqui, não é preciso praticar nem rejeitar!
Esse é o canto vajra que define a visão.


 

Metripa - 02
Duração: 1h22min / Tradução: Zenia Machado 
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06 - Mestres da Linhagem - Metripa 03

Com a finalidade de auxiliar na localização e contextualização dos Cantos de Realização dos Mestres da Linhagem, nos ensinamentos de hoje, tivemos a oportunidade de ter uma preciosa recapitulação sobre as Preliminares Comuns.  

O assunto é apresentado com mais detalhes no sempre recomendado livro de Gampopa / Patrul Rimpoche: O Precioso Ornamento da Liberação / As Palavras do Meu Perfeito Mestre, disponível para download.



O samsara e o além do sofrimento são indiferenciados,
Como as ondas e a água.
Entre Budas e seres sencientes não há dualidade;
A diferença entre eles é como o veneno [antes e] depois de os mantras o neutralizarem.

Na mente em si, as diferentes aparências são como as diferentes cores que aparecem no cristal, dependendo das circunstâncias.
Mesmo se diferentes coisas surgem, são apenas sua própria mente,
No oceano todas as águas possuem o gosto do sal.

Depois de abandonar todas as coisas substanciais ou insubstânciais,
a mente original permanece como o céu após a passagem de um pássaro.

Como uma única lamparina
Dissipa mil anos de escuridão densa.
Um instante de realização de sua própria mente
Dispersa a cólera e o apego densos das alucinações samsáricas.

As ondas de pensamentos dos sofrimentos do samsara
são pacificadas pelo ioga que une método e sabedoria.

Uma jóia brilhante colocada na lama
Não brilha, é sem forma, sem ida nem vinda.
No momento em que a realização do Mahamudra surge,
A mente é vasta e ampla como o céu,
Clara e sem conceitos é como ele.

Mesmo que apareça, é insubstancial, como o reflexo da lua na água.
Claridade sem apego é como o arco-íris.
inexprimível como a felicidade de uma criança.
Isso não é localizado em nenhuma direção e desprovido de todo extremo.
não é poluído pela parcialidade, sem nenhuma impureza.
Se se utiliza o exemplo de uma bola de cristal, é porque ela é desprovida de impureza.

A mente livre de medos e expectativas é como um leão.
A grande felicidade da mente é ininterrupta como um rio.
É imparcial como a luz do sol e da lua!

Que maravilha!
Essa (mente) espontânea é maravilhosa!

Iogue permaneça nesse estado natural,
E nele, sem fazer nada fique sem artifícios.
A ausência de artifícios é o Dharmakaya mesmo.

Pelo defeito do artifício a visão do caminho nobre é impedida.
Solte o elefante da mente.
Compreender assim é a essência do ioga.

Na ausência de prática, obtem-se o fruto do estado de Buda.
Na inatividade, as tarefas difíceis são realizadas.
Na ausência de prática, obtêm-se as Realizações.
Na ausência de meditação, o fruto último é obtido.

As três existências são todas livres desde a origem.
Aqui, não é preciso praticar nem rejeitar!
Esse é o canto vajra que define a visão.


 

Metripa - 03
Duração: 1h32min / Tradução: Zenia Machado 
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Metáforas no Canto de Metripa
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07 - Mestres da Linhagem - Metripa 04

Este domingo foi marcado pelo retorno do Lama Sonam, que esteve na Índia para participar do Kagyu Monlam. Ele fez um breve relato de sua viagem e, no final da prática, ofereceu aos presentes cordões e pingentes abençoados no Monlam.

Nos ensinamentos sobre os Mestres da Linhagem, Lama Trinle abordou os seguintes tópicos:

  • A localização desse tipo de ensinamento na estrutura do livro de Gampopa / Patrul Rimpoche:O Precioso Ornamento da Liberação / As Palavras do Meu Perfeito Mestre, disponível para download.
  • Conceito de Visão
    • Visão, Ação e Resultado
    • Verificar o ambiente natural e social onde vivemos e analisar aonde nossa visão nos levará
  • Leitura do Canto de Metripa.


O samsara e o além do sofrimento são indiferenciados,
Como as ondas e a água.
Entre Budas e seres sencientes não há dualidade;
A diferença entre eles é como o veneno [antes e] depois de os mantras o neutralizarem.

Na mente em si, as diferentes aparências são como as diferentes cores que aparecem no cristal, dependendo das circunstâncias.
Mesmo se diferentes coisas surgem, são apenas sua própria mente,
No oceano todas as águas possuem o gosto do sal.

Depois de abandonar todas as coisas substanciais ou insubstânciais,
a mente original permanece como o céu após a passagem de um pássaro.

Como uma única lamparina
Dissipa mil anos de escuridão densa.
Um instante de realização de sua própria mente
Dispersa a cólera e o apego densos das alucinações samsáricas.

As ondas de pensamentos dos sofrimentos do samsara
são pacificadas pelo ioga que une método e sabedoria.

Uma jóia brilhante colocada na lama
Não brilha, é sem forma, sem ida nem vinda.
No momento em que a realização do Mahamudra surge,
A mente é vasta e ampla como o céu,
Clara e sem conceitos é como ele.

Mesmo que apareça, é insubstancial, como o reflexo da lua na água.
Claridade sem apego é como o arco-íris.
inexprimível como a felicidade de uma criança.
Isso não é localizado em nenhuma direção e desprovido de todo extremo.
não é poluído pela parcialidade, sem nenhuma impureza.
Se se utiliza o exemplo de uma bola de cristal, é porque ela é desprovida de impureza.

A mente livre de medos e expectativas é como um leão.
A grande felicidade da mente é ininterrupta como um rio.
É imparcial como a luz do sol e da lua!

Que maravilha!
Essa (mente) espontânea é maravilhosa!

Iogue permaneça nesse estado natural,
E nele, sem fazer nada fique sem artifícios.
A ausência de artifícios é o Dharmakaya mesmo.

Pelo defeito do artifício a visão do caminho nobre é impedida.
Solte o elefante da mente.
Compreender assim é a essência do ioga.

Na ausência de prática, obtem-se o fruto do estado de Buda.
Na inatividade, as tarefas difíceis são realizadas.
Na ausência de prática, obtêm-se as Realizações.
Na ausência de meditação, o fruto último é obtido.

As três existências são todas livres desde a origem.
Aqui, não é preciso praticar nem rejeitar!
Esse é o canto vajra que define a visão.


 

Metripa - 04
Duração: 1h20min / Tradução: Lama Wangdu 
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08 - Mestres da Linhagem - Metripa 05

Tópicos abordados nos ensinamentos de hoje:

  • Origem das linhagens;
  • Etapas do processo de tradução do Tibetano para o Português:
    • Identificar a frase;
    • Entender os elementos da frase e como se relacionam;
    • Entender a ideia;
    • Reformular para restituir a ideia em Português, respeitando o vocabulário.
  • Estudo detalhado do Segundo Canto de Metripa.

Esse grande senhor e mestre espiritual tocou a poeira dos pés do nobre Shauari, na Gloriosa Montanha, no Sul [da Índia]. Quando Shauari concedeu-lhe a iniciação do Mahamudra, Metripa cantou o seguinte canto definindo a natureza da realidade:

HUM! HUM!

O ciclo [das existências] e o além do sofrimento são inseparáveis,
Como as ondas e a água.

Budas e seres sencientes não são distintos;
Eles diferem como um veneno que foi neutralizado por um mantra.

Na mente em si, que é única, as diferentes aparências são como as diferentes cores que aparecem no cristal, dependendo das circunstâncias.

Mesmo se diferentes coisas surgem, são apenas sua própria mente;
No oceano todas as águas possuem o gosto do sal.

Depois de abandonar todas as coisas materiais ou imateriais,
A mente original permanece como o céu após a passagem de um pássaro.

Como uma espessa escuridão de mil anos
É dissipada de uma vez por uma pequena tocha,
As alucinações do samsara, que são os espessos apegos e aversões,
São pacificados por um instante de realização de nossa própria mente.

As ondas de pensamentos dos sofrimentos do samsara
São pacificadas pelo ioga que une método e compreensão superior.

Uma jóia brilhante colocada na lama
Não brilha, é sem forma, sem ida nem vinda.
No momento em que a realização do Mahamudra surge,
A mente é vasta e ampla como o céu.

A claridade desprovida de pensamentos, é como o céu.
O que aparece é sem natureza própria, como o reflexo da lua na água.
Como num arco-íris, na claridade não há apego.
Ela é inexprimível como a felicidade de uma criança.

Ela não reside em nenhuma direção.
Ela não é maculada de nenhuma limitação.
Desprovida de qualquer impureza,
Como uma bola de cristal, que não é maculada pela lama.

A mente livre de medos e esperançass é como um leão.
A grande felicidade da mente é ininterrupta como um rio.
É imparcial como a luz do sol e da lua!

Que maravilha!
Essa (mente) espontânea é maravilhosa!
Iogue permaneça nesse estado natural,
E nele, sem fazer nada, fique sem fabricação.
A ausência de fabricações é o Dharmakaya mesmo.

Por causa do defeito das fabricações, a visão do caminho nobre é impedida.
Liberte o elefante da mente.
Compreender assim é a essência do ioga.

Sem praticar, obtém-se o fruto do estado de Buda.
Na não-ação, as tarefas difíceis são realizadas.
Sem praticar, obtêm-se as Realizações.
Sem meditar, o fruto último é obtido.

As três existências são todas livres desde a origem.
Aqui, não é preciso praticar nem rejeitar!

Esse é o canto vajra que define a visão. 

 What Color has the Cristal

Metripa - 05
Duração: 1h33min / Tradução: Márcio Araújo 
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Metáforas no Canto de Metripa
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09 - Mestres da Linhagem - Metripa 06

Cycle and Evolution 15-03-15Tópicos abordados nos ensinamentos de hoje:

  • Diferentes formas de interpretar e de realizar a realidade:
    • Pela causalidade;
    • Por metáforas e analogias;
    • Por simbologia;
    • Não conceitual.
  • Tempo Linear x Tempo Circular

Esse grande senhor e mestre espiritual tocou a poeira dos pés do nobre Shauari, na Gloriosa Montanha, no Sul [da Índia]. Quando Shauari concedeu-lhe a iniciação do Mahamudra, Metripa cantou o seguinte canto definindo a natureza da realidade:

HUM! HUM!

O ciclo [das existências] e o além do sofrimento são inseparáveis,
Como as ondas e a água.

Budas e seres sencientes não são distintos;
Eles diferem como um veneno que foi neutralizado por um mantra.

Na mente em si, que é única, as diferentes aparências são como as diferentes cores que aparecem no cristal, dependendo das circunstâncias.

Mesmo se diferentes coisas surgem, são apenas sua própria mente;
No oceano todas as águas possuem o gosto do sal.

Depois de abandonar todas as coisas materiais ou imateriais,
A mente original permanece como o céu após a passagem de um pássaro.

Como uma espessa escuridão de mil anos
É dissipada de uma vez por uma pequena tocha,
As alucinações do samsara, que são os espessos apegos e aversões,
São pacificados por um instante de realização de nossa própria mente.

As ondas de pensamentos dos sofrimentos do samsara
São pacificadas pelo ioga que une método e compreensão superior.

Uma jóia brilhante colocada na lama
Não brilha, é sem forma, sem ida nem vinda.
No momento em que a realização do Mahamudra surge,
A mente é vasta e ampla como o céu.

A claridade desprovida de pensamentos, é como o céu.
O que aparece é sem natureza própria, como o reflexo da lua na água.
Como num arco-íris, na claridade não há apego.
Ela é inexprimível como a felicidade de uma criança.

Ela não reside em nenhuma direção.
Ela não é maculada de nenhuma limitação.
Desprovida de qualquer impureza,
Como uma bola de cristal, que não é maculada pela lama.

A mente livre de medos e esperançass é como um leão.
A grande felicidade da mente é ininterrupta como um rio.
É imparcial como a luz do sol e da lua!

Que maravilha!
Essa (mente) espontânea é maravilhosa!
Iogue permaneça nesse estado natural,
E nele, sem fazer nada, fique sem fabricação.
A ausência de fabricações é o Dharmakaya mesmo.

Por causa do defeito das fabricações, a visão do caminho nobre é impedida.
Liberte o elefante da mente.
Compreender assim é a essência do ioga.

Sem praticar, obtém-se o fruto do estado de Buda.
Na não-ação, as tarefas difíceis são realizadas.
Sem praticar, obtêm-se as Realizações.
Sem meditar, o fruto último é obtido.

As três existências são todas livres desde a origem.
Aqui, não é preciso praticar nem rejeitar!

Esse é o canto vajra que define a visão. 

Metripa - 06
Duração: 1h24min / Tradução: Zenia Machado 
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Metáforas no Canto de Metripa
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10 - Mestres da Linhagem - Metripa 07

Metripa-wTópicos abordados nos ensinamentos de hoje:

  • A tecnologia avança rápido, mas o ser humano é o mesmo;
  • Os desafios que temos para nossa mente são os mesmos do passado;
  • A mente pode ser treinada e passar de um estado de confusão para um estado livre de sofrimento

Esse grande senhor e mestre espiritual tocou a poeira dos pés do nobre Shauari, na Gloriosa Montanha, no Sul [da Índia]. Quando Shauari concedeu-lhe a iniciação do Mahamudra, Metripa cantou o seguinte canto definindo a natureza da realidade:

HUM! HUM!

O ciclo [das existências] e o além do sofrimento são inseparáveis,
Como as ondas e a água.

Budas e seres sencientes não são distintos;
Eles diferem como um veneno que foi neutralizado por um mantra.

Na mente em si, que é única, as diferentes aparências são como as diferentes cores que aparecem no cristal, dependendo das circunstâncias.

Mesmo se diferentes coisas surgem, são apenas sua própria mente;
No oceano todas as águas possuem o gosto do sal.

Depois de abandonar todas as coisas materiais ou imateriais,
A mente original permanece como o céu após a passagem de um pássaro.

Como uma espessa escuridão de mil anos
É dissipada de uma vez por uma pequena tocha,
As alucinações do samsara, que são os espessos apegos e aversões,
São pacificados por um instante de realização de nossa própria mente.

As ondas de pensamentos dos sofrimentos do samsara
São pacificadas pelo ioga que une método e compreensão superior.

Uma jóia brilhante colocada na lama
Não brilha, é sem forma, sem ida nem vinda.
No momento em que a realização do Mahamudra surge,
A mente é vasta e ampla como o céu.

A claridade desprovida de pensamentos, é como o céu.
O que aparece é sem natureza própria, como o reflexo da lua na água.
Como num arco-íris, na claridade não há apego.
Ela é inexprimível como a felicidade de uma criança.

Ela não reside em nenhuma direção.
Ela não é maculada de nenhuma limitação.
Desprovida de qualquer impureza,
Como uma bola de cristal, que não é maculada pela lama.

A mente livre de medos e esperançass é como um leão.
A grande felicidade da mente é ininterrupta como um rio.
É imparcial como a luz do sol e da lua!

Que maravilha!
Essa (mente) espontânea é maravilhosa!
Iogue permaneça nesse estado natural,
E nele, sem fazer nada, fique sem fabricação.
A ausência de fabricações é o Dharmakaya mesmo.

Por causa do defeito das fabricações, a visão do caminho nobre é impedida.
Liberte o elefante da mente.
Compreender assim é a essência do ioga.

Sem praticar, obtém-se o fruto do estado de Buda.
Na não-ação, as tarefas difíceis são realizadas.
Sem praticar, obtêm-se as Realizações.
Sem meditar, o fruto último é obtido.

As três existências são todas livres desde a origem.
Aqui, não é preciso praticar nem rejeitar!

Esse é o canto vajra que define a visão. 

Metripa - 07
Duração: 1h41min / Tradução: Zenia Machado 
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Metáforas no Canto de Metripa
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11 - Mestres da Linhagem - Metripa 08

Metripa-wTópicos abordados nos ensinamentos de hoje:

  • Insatisfação, desejo, objetos do desejo, expectativas;
  • Diferença entre Amadurecimento e Evolução;
  • Etapas do processo de amadurecimento;
  • Campos do conhecimento: o Tecnológico e o Conhecimento de nós mesmos;
  • Concentração + Amadurecimento
  • Diferença entre Ser e Se Tornar

Esse grande senhor e mestre espiritual tocou a poeira dos pés do nobre Shauari, na Gloriosa Montanha, no Sul [da Índia]. Quando Shauari concedeu-lhe a iniciação do Mahamudra, Metripa cantou o seguinte canto definindo a natureza da realidade:

HUM! HUM!

O ciclo [das existências] e o além do sofrimento são inseparáveis,
Como as ondas e a água.

Budas e seres sencientes não são distintos;
Eles diferem como um veneno que foi neutralizado por um mantra.

Na mente em si, que é única, as diferentes aparências são como as diferentes cores que aparecem no cristal, dependendo das circunstâncias.

Mesmo se diferentes coisas surgem, são apenas sua própria mente;
No oceano todas as águas possuem o gosto do sal.

Depois de abandonar todas as coisas materiais ou imateriais,
A mente original permanece como o céu após a passagem de um pássaro.

Como uma espessa escuridão de mil anos
É dissipada de uma vez por uma pequena tocha,
As alucinações do samsara, que são os espessos apegos e aversões,
São pacificados por um instante de realização de nossa própria mente.

As ondas de pensamentos dos sofrimentos do samsara
São pacificadas pelo ioga que une método e compreensão superior.

Uma jóia brilhante colocada na lama
Não brilha, é sem forma, sem ida nem vinda.
No momento em que a realização do Mahamudra surge,
A mente é vasta e ampla como o céu.

A claridade desprovida de pensamentos, é como o céu.
O que aparece é sem natureza própria, como o reflexo da lua na água.
Como num arco-íris, na claridade não há apego.
Ela é inexprimível como a felicidade de uma criança.

Ela não reside em nenhuma direção.
Ela não é maculada de nenhuma limitação.
Desprovida de qualquer impureza,
Como uma bola de cristal, que não é maculada pela lama.

A mente livre de medos e esperançass é como um leão.
A grande felicidade da mente é ininterrupta como um rio.
É imparcial como a luz do sol e da lua!

Que maravilha!
Essa (mente) espontânea é maravilhosa!
Iogue permaneça nesse estado natural,
E nele, sem fazer nada, fique sem fabricação.
A ausência de fabricações é o Dharmakaya mesmo.

Por causa do defeito das fabricações, a visão do caminho nobre é impedida.
Liberte o elefante da mente.
Compreender assim é a essência do ioga.

Sem praticar, obtém-se o fruto do estado de Buda.
Na não-ação, as tarefas difíceis são realizadas.
Sem praticar, obtêm-se as Realizações.
Sem meditar, o fruto último é obtido.

As três existências são todas livres desde a origem.
Aqui, não é preciso praticar nem rejeitar!

Esse é o canto vajra que define a visão. 

Metripa - 08
Duração: 1h28min / Tradução: Zenia Machado 
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Metáforas no Canto de Metripa
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12 - Mestres da Linhagem - Metripa 09

Metripa-wTópicos abordados nos ensinamentos de hoje:

  • Requisitos necessários para estudar um texto dessa natureza;
  • As Perspectivas e os Estados da Mente;
  • As metáforas servem para estudar algumas propriedades (portanto, é necessário estar atento aos seus limites);

Esse grande senhor e mestre espiritual tocou a poeira dos pés do nobre Shauari, na Gloriosa Montanha, no Sul [da Índia]. Quando Shauari concedeu-lhe a iniciação do Mahamudra, Metripa cantou o seguinte canto definindo a natureza da realidade:

HUM! HUM!

O ciclo [das existências] e o além do sofrimento são inseparáveis,
Como as ondas e a água.

Budas e seres sencientes não são distintos;
Eles diferem como um veneno que foi neutralizado por um mantra.

Na mente em si, que é única, as diferentes aparências são como as diferentes cores que aparecem no cristal, dependendo das circunstâncias.

Mesmo se diferentes coisas surgem, são apenas sua própria mente;
No oceano todas as águas possuem o gosto do sal.

Depois de abandonar todas as coisas materiais ou imateriais,
A mente original permanece como o céu após a passagem de um pássaro.

Como uma espessa escuridão de mil anos
É dissipada de uma vez por uma pequena tocha,
As alucinações do samsara, que são os espessos apegos e aversões,
São pacificados por um instante de realização de nossa própria mente.

As ondas de pensamentos dos sofrimentos do samsara
São pacificadas pelo ioga que une método e compreensão superior.

Uma jóia brilhante colocada na lama
Não brilha, é sem forma, sem ida nem vinda.
No momento em que a realização do Mahamudra surge,
A mente é vasta e ampla como o céu.

A claridade desprovida de pensamentos, é como o céu.
O que aparece é sem natureza própria, como o reflexo da lua na água.
Como num arco-íris, na claridade não há apego.
Ela é inexprimível como a felicidade de uma criança.

Ela não reside em nenhuma direção.
Ela não é maculada de nenhuma limitação.
Desprovida de qualquer impureza,
Como uma bola de cristal, que não é maculada pela lama.

A mente livre de medos e esperançass é como um leão.
A grande felicidade da mente é ininterrupta como um rio.
É imparcial como a luz do sol e da lua!

Que maravilha!
Essa (mente) espontânea é maravilhosa!
Iogue permaneça nesse estado natural,
E nele, sem fazer nada, fique sem fabricação.
A ausência de fabricações é o Dharmakaya mesmo.

Por causa do defeito das fabricações, a visão do caminho nobre é impedida.
Liberte o elefante da mente.
Compreender assim é a essência do ioga.

Sem praticar, obtém-se o fruto do estado de Buda.
Na não-ação, as tarefas difíceis são realizadas.
Sem praticar, obtêm-se as Realizações.
Sem meditar, o fruto último é obtido.

As três existências são todas livres desde a origem.
Aqui, não é preciso praticar nem rejeitar!

Esse é o canto vajra que define a visão. 

Metripa - 08
Duração: 1h44min / Tradução: Lama Wangdu 
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Metáforas no Canto de Metripa
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13 - Mestres da Linhagem - Metripa 10

 Metripa-wTópicos abordados nos ensinamentos de hoje:

  • Conceitos e vocabulário sobre o assunto;
  • Análise sobre os objetos materiais e objetos mentais.

Esse grande senhor e mestre espiritual tocou a poeira dos pés do nobre Shauari, na Gloriosa Montanha, no Sul [da Índia]. Quando Shauari concedeu-lhe a iniciação do Mahamudra, Metripa cantou o seguinte canto definindo a natureza da realidade:

HUM! HUM!

O ciclo [das existências] e o além do sofrimento são inseparáveis,
Como as ondas e a água.

Budas e seres sencientes não são distintos;
Eles diferem como um veneno que foi neutralizado por um mantra.

Na mente em si, que é única, as diferentes aparências são como as diferentes cores que aparecem no cristal, dependendo das circunstâncias.

Mesmo se diferentes coisas surgem, são apenas sua própria mente;
No oceano todas as águas possuem o gosto do sal.

Depois de abandonar todas as coisas materiais ou imateriais,
A mente original permanece como o céu após a passagem de um pássaro.

Como uma espessa escuridão de mil anos
É dissipada de uma vez por uma pequena tocha,
As alucinações do samsara, que são os espessos apegos e aversões,
São pacificados por um instante de realização de nossa própria mente.

As ondas de pensamentos dos sofrimentos do samsara
São pacificadas pelo ioga que une método e compreensão superior.

Uma jóia brilhante colocada na lama
Não brilha, é sem forma, sem ida nem vinda.
No momento em que a realização do Mahamudra surge,
A mente é vasta e ampla como o céu.

A claridade desprovida de pensamentos, é como o céu.
O que aparece é sem natureza própria, como o reflexo da lua na água.
Como num arco-íris, na claridade não há apego.
Ela é inexprimível como a felicidade de uma criança.

Ela não reside em nenhuma direção.
Ela não é maculada de nenhuma limitação.
Desprovida de qualquer impureza,
Como uma bola de cristal, que não é maculada pela lama.

A mente livre de medos e esperançass é como um leão.
A grande felicidade da mente é ininterrupta como um rio.
É imparcial como a luz do sol e da lua!

Que maravilha!
Essa (mente) espontânea é maravilhosa!
Iogue permaneça nesse estado natural,
E nele, sem fazer nada, fique sem fabricação.
A ausência de fabricações é o Dharmakaya mesmo.

Por causa do defeito das fabricações, a visão do caminho nobre é impedida.
Liberte o elefante da mente.
Compreender assim é a essência do ioga.

Sem praticar, obtém-se o fruto do estado de Buda.
Na não-ação, as tarefas difíceis são realizadas.
Sem praticar, obtêm-se as Realizações.
Sem meditar, o fruto último é obtido.

As três existências são todas livres desde a origem.
Aqui, não é preciso praticar nem rejeitar!

Esse é o canto vajra que define a visão. 

Metripa - 08
Duração: 1h31min / Tradução: Lama Wangdu 
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Metáforas no Canto de Metripa
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14 - Mestres da Linhagem - Metripa 11

 Metripa-wTópicos abordados nos ensinamentos de hoje:

  • Tradições e linhagens;
  • Características do Mestre Autêntico;
  • Meditações e Práticas: níveis e progressão
  • Seguir um único caminho

Se quer meditar sobre o modo de ser natural,
Não é necessário consultar a astrologia ou fazer cálculos,
O tempo mais importante é o momento em que você pensa no Rei do Tempo (a morte). 

Não é necessário buscar um lugar de retiro nas montanhas,
Nosso próprio corpo é uma montanha suficiente. 
Também não é necessário rejeitar as distrações,
Uma vez que (você) as reconhece como sendo diversas (aparências) na mente,
Elas surgem como assistentes,
Como as ervas (alimentam) o incêndio da floresta. 

Não é necessário acumular listas de proibição e limitação,
Calar é o melhor retiro.

Como uma bandeira de algodão, fique relaxado. 
Deixe as atividades e não fixe a mente em um suporte,
Não prenda sua atenção, relaxe-a,
Se surgir a agitação ou o torpor, contemple sua natureza. 

Abandone progressivamente os atos nocivos para mente,
Se surgir desejo ou raiva, reconheça-os como demônios. 
A mente que fica sem artifícios, é Buda,

Andando, parado, deitado ou sentado, fique relaxado. 
Porque a raiz de todos os pensamentos é a mente.
Como não há mente, não há pensamentos. 

Assim que surge a continuidade não fabricada
Não há mais nem apego nem rejeição para o iogue.
A ausência de apego e de rejeição, de interferência e de realização é um regozijo. 

Pela simples geração da continuidade da não-ação
não aparece apropriação ou rejeição no iogue
A ausência de ação ou interrupção, apropriação ou rejeição é alegria 

Assim que surge a mente do despertar única,
Não há mais eu e os outros para o iogue.
Estabelecer a igualdade entre si e os outros é a equanimidade.

Fique no estado de liberdade original dos três domínios.

Esse é o canto vajra que define a meditação.

 Iti
 

Metripa - 11
Duração: 1h25min / Tradução: Letícia Bortolon 
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15 - Mestres da Linhagem - Metripa 12

 Metripa-wTópicos abordados nos ensinamentos de hoje:

  • Como a mente constroi as ideias;
  • Do nível mais grosseiro até o reconhecimento da Natureza da Mente

Se quer meditar sobre o modo de ser natural,
Não é necessário consultar a astrologia ou fazer cálculos,
O tempo mais importante é o momento em que você pensa no Rei do Tempo (a morte). 

Não é necessário buscar um lugar de retiro nas montanhas,
Nosso próprio corpo é uma montanha suficiente. 
Também não é necessário rejeitar as distrações,
Uma vez que (você) as reconhece como sendo diversas (aparências) na mente,
Elas surgem como assistentes,
Como as ervas (alimentam) o incêndio da floresta. 

Não é necessário acumular listas de proibição e limitação,
Calar é o melhor retiro.

Como uma bandeira de algodão, fique relaxado. 
Deixe as atividades e não fixe a mente em um suporte,
Não prenda sua atenção, relaxe-a,
Se surgir a agitação ou o torpor, contemple sua natureza. 

Abandone progressivamente os atos nocivos para mente,
Se surgir desejo ou raiva, reconheça-os como demônios. 
A mente que fica sem artifícios, é Buda,

Andando, parado, deitado ou sentado, fique relaxado. 
Porque a raiz de todos os pensamentos é a mente.
Como não há mente, não há pensamentos. 

Assim que surge a continuidade não fabricada
Não há mais nem apego nem rejeição para o iogue.
A ausência de apego e de rejeição, de interferência e de realização é um regozijo. 

Pela simples geração da continuidade da não-ação
não aparece apropriação ou rejeição no iogue
A ausência de ação ou interrupção, apropriação ou rejeição é alegria 

Assim que surge a mente do despertar única,
Não há mais eu e os outros para o iogue.
Estabelecer a igualdade entre si e os outros é a equanimidade.

Fique no estado de liberdade original dos três domínios.

Esse é o canto vajra que define a meditação.

 Iti
 

Metripa - 12
Duração: 1h32min / Tradução: Lama Wangdu 
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16 - Mestres da Linhagem - Metripa 13

 Metripa-wTópicos abordados nos ensinamentos de hoje:

  • Tipos de meditação;
  • Percepção e alucinação;
  • Treinamento da mente:
    • De fora para dentro = condicionamento passivo;
    • De dentro para fora = meditação;
  • A função dos modelos mentais e das religiões.

Se quer meditar sobre o modo de ser natural,
Não é necessário consultar a astrologia ou fazer cálculos,
O tempo mais importante é o momento em que você pensa no Rei do Tempo (a morte). 

Não é necessário buscar um lugar de retiro nas montanhas,
Nosso próprio corpo é uma montanha suficiente. 
Também não é necessário rejeitar as distrações,
Uma vez que (você) as reconhece como sendo diversas (aparências) na mente,
Elas surgem como assistentes,
Como as ervas (alimentam) o incêndio da floresta. 

Não é necessário acumular listas de proibição e limitação,
Calar é o melhor retiro.

Como uma bandeira de algodão, fique relaxado. 
Deixe as atividades e não fixe a mente em um suporte,
Não prenda sua atenção, relaxe-a,
Se surgir a agitação ou o torpor, contemple sua natureza. 

Abandone progressivamente os atos nocivos para mente,
Se surgir desejo ou raiva, reconheça-os como demônios. 
A mente que fica sem artifícios, é Buda,

Andando, parado, deitado ou sentado, fique relaxado. 
Porque a raiz de todos os pensamentos é a mente.
Como não há mente, não há pensamentos. 

Assim que surge a continuidade não fabricada
Não há mais nem apego nem rejeição para o iogue.
A ausência de apego e de rejeição, de interferência e de realização é um regozijo. 

Pela simples geração da continuidade da não-ação
não aparece apropriação ou rejeição no iogue
A ausência de ação ou interrupção, apropriação ou rejeição é alegria 

Assim que surge a mente do despertar única,
Não há mais eu e os outros para o iogue.
Estabelecer a igualdade entre si e os outros é a equanimidade.

Fique no estado de liberdade original dos três domínios.

Esse é o canto vajra que define a meditação.

 Iti
 

Metripa - 13
Duração: 1h21min / Tradução: Letícia Bortolon 
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17 - Mestres da Linhagem - Metripa 14

 Metripa-w

  • Compaixão e Conhecimento;
  • Relação entre a Fala, o Pensamento e o Sentimento;
  • O Propósito da Meditação.

Se quer meditar sobre o modo de ser natural,
Não é necessário consultar a astrologia ou fazer cálculos,
O tempo mais importante é o momento em que você pensa no Rei do Tempo (a morte). 

Não é necessário buscar um lugar de retiro nas montanhas,
Nosso próprio corpo é uma montanha suficiente. 
Também não é necessário rejeitar as distrações,
Uma vez que (você) as reconhece como sendo diversas (aparências) na mente,
Elas surgem como assistentes,
Como as ervas (alimentam) o incêndio da floresta. 

Não é necessário acumular listas de proibição e limitação,
Calar é o melhor retiro.

Como uma bandeira de algodão, fique relaxado. 
Deixe as atividades e não fixe a mente em um suporte,
Não prenda sua atenção, relaxe-a,
Se surgir a agitação ou o torpor, contemple sua natureza. 

Abandone progressivamente os atos nocivos para mente,
Se surgir desejo ou raiva, reconheça-os como demônios. 
A mente que fica sem artifícios, é Buda,

Andando, parado, deitado ou sentado, fique relaxado. 
Porque a raiz de todos os pensamentos é a mente.
Como não há mente, não há pensamentos. 

Assim que surge a continuidade não fabricada
Não há mais nem apego nem rejeição para o iogue.
A ausência de apego e de rejeição, de interferência e de realização é um regozijo. 

Pela simples geração da continuidade da não-ação
não aparece apropriação ou rejeição no iogue
A ausência de ação ou interrupção, apropriação ou rejeição é alegria 

Assim que surge a mente do despertar única,
Não há mais eu e os outros para o iogue.
Estabelecer a igualdade entre si e os outros é a equanimidade.

Fique no estado de liberdade original dos três domínios.

Esse é o canto vajra que define a meditação.

 Iti
 

Metripa - 14
Duração: 1h23min / Tradução: Gisele L'Abbate 
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Metripa-w

Carta de Khempo Dönyö Rimpoche sobre a busca e a identificação de Yangsi Bokar Rimpoche

Bokar Donyo 

A busca e a identificação de nosso Glorioso Mestre, Kyabje Bokar Rinpotche, contada por Khempo Dönyö Rinpotche

Tradução: Lama Pelmo

 

Bokar Karmapa"Após a partida para o nirvana de nosso mestre e guia Kyabje Bokar Rinpotche, entronisar seu sublime Corpo de Emanação revelou-se uma responsabilidade da qual ninguém do monastério de Mirik poderia se afastar.

Quando Kyabje Bokar Rinpotche faleceu em 2004, realizamos as tradicionais cerimônias de oferendas durante 49 dias. Atendendo nosso pedido, S. S. Gyalwang Karmapa Orgyen Trinle Dordje veio a Miriik para presidir os últimos dias do ritual. No dia seguinte, eu mesmo, os Khempos, Lamas, Unzes e responsáveis pelo monastério oferecemos à S. S. Karmapa uma mandala e representações do Corpo, da Palavra e da Mente Despertas. Com fervor, pedimos em seguida ao Gyalwang Karmapa que identificasse o renascimento de Bokar Rinpotche, graças ao poder de seu Conhecimento. O Karmapa generosamente aceitou, o que nos preencheu de uma alegria ilimitada.

Durante os seis anos que se seguiram, apresentamos novamente nosso pedido a cada ano. Os Lamas e os discípulos dos Centros de Dharma do Oriente e do Ocidente, bem como os fiéis discípulos de Rinpotche da Índia, do Nepal e do Butão fizeram igualmente pedidos à Sua Santidade várias vezes de diversas maneiras, mas sem nehum resultado além de um consentimento.

Quando terminou o 31º Kagÿu Monlam, em janeiro de 2014, o Gyalwang Karmapa, em um encontro com os organizadores, anunciou pela primeira vez sua esperança de que poderíamos ver o renascimento de Bokar Rinpotche durante o 32º Monlam, o que fez nascer em nós uma grande esperança. No dia 30 de janeiro, o primeiro dia do ano de acordo com o calendário de Tsurpu, o Karmapa nos deu uma carta que permitia a descoberta do renascimento. Podia-se ler:

"No norte do país oculto que é o Sikim, diante de uma montanha em forma de torma de lhachö, encontra-se um menino de seis anos, filho de um pai cujo nome tem a letra TA e de uma mãe cujo nome contém a letra A. Se ele for reconhecido como sendo o renascimento de Kyabje Bokar Rinpotche, será um benefício para o Ensinamento e os seres. Karmapa, 30 de janeiro".

Muitos representantes do monastério foram imediatamente designados para formar um grupo de busca. Baseando-se na terra, eles descobriram três crianças que pareciam corresponder às indicações fornecidas: o nome dos pais, a geografia de seu lugar de nascimento e sua idade. Quando essa descoberta foi reportada à S. Santidade, ele não deu mais detalhes sobre o que seria preciso fazer nem sobre a escolha da criança.

Durante o 32º Monlam, que ocorreu em Bodhigaya em dezembro de 2014, estávamos na grande espectativa de ver a face do renascimento, mas nada ocorreu. No dia 6 de janeiro de 2015, quando terminou o Monlam, o Gyalwang Karmapa me fez chegar um convite particular para participar de um jantar que reuniria as pessoas que trabalharam no evento, jantar no qual estavam presentes os dois Filhos do Coração. Ao final do jantar, o Karmapa nos disse então em um tom alegre: "Havia esperado que o renascimento de Bokar Rinpotche estaria presente esse ano no Monlam, mas esse momento não veio. Penso entretanto que o poderemos acolher entre nós durante a próxima reunião da Arya Kshema de inverno. Para isso, será preciso que Khempo Rinpotche retome a estrada para retornar a Bodhigaya com o renascimento".

No dia 8 de janeiro, parti então para Gangtok acompanhado de um grupo do qual se juntou Khempo Gawang, representante da administração do monastério de Tsurpu. Chegamos no destino no dia 9. Além da carta do ano precedente nós tínhamos, para retomar as buscas, novas indicações dadas pelo Gyalwang Karmapa: a cidade de Dimkim no distrito do Sikkim setentrional, um mapa mais detalhado, esquemas do local de nascimento da reincarnação e detalhes sobre o número de membros da família.

Khempo Gawang e nosso secretário geral, concentrando assim seus esforços no Dimkim, encontraram uma criança que correspondia a todos os critérios. Eles transmitiram a informação à S. Santidade, que lhes pediu para aguardar enquanto continuavam as buscas. No dia 12 de janeiro, ele os fez saber que seria necessário levar a criança descoberta alguns dias antes. Eles a conduziram portanto à Gangtok, à Norkhill, a pousada onde eu estava hospedado.

Donyo-Karmapa-BokarNa radiância de uma alegria ilimitada, abençoei a reincarnação pousando sobre sua cabeça e sobre suas mãos primeiramente uma imagem de Shakiamuni que o precedente Bokar Rinpotche olhava como suporte de seus votos, depois uma de Tara que ele considerava como suporte de sua meditação. Realizei igualmente um ritual de purificação.

Na noite do mesmo dia, Sua Santidade nos pediu para retornar rapidamente à Bodhigaya. Partimos no dia seguinte, para chegar à Bodhigaya no dia 15 de manhã.

Como já mencionamos, ao longo desse percurso, foi pelo uso de seu Conhecimento que Gyalwang Karmapa pôde identificar sem erro a reincarnação de Bokar Rinpotche, atendendo assim as aspirações que desde já há muito tempo vibravam em nossos corações, nós os monges de Mirik e as diversas comunidades vinculadas, bem como nos corações de todos os discípulos fiéis nos Centros de Dharma em todo o mundo. Foi somente pela compaixão e bodhicitta de Sua Santidade que a reincarnação foi descoberta.

Mesmo que se oferecêssemos o universo preenchido de jóias, não seria suficiente para agradecer nem um grama de sua bondade. Todos nós, discípulos de Bokar Rinpotche, fazendo homenagem com nosso corpo, palavra e mente, unimos as mãos acima de nossa cabeça para expressar nosso reconheccimento diante dessa insuperável bondade."

Cerimônia de Reconhecimento Oficial de Yangsi Bokar Rimpoche

SSKarmapa YangsiBokarRimpocheNeste dia tão especial, compartilhamos o vídeo da cerimônia de reconhecimento oficial da nova encarnação de Bokar Rimpoche.

O evento aconteceu no monastério de Tergar, próximo a Bodh Gaya, às 10h da manhã, no horário da Índia. A cerimônia foi conduzida por Sua Santidade Karmapa, detentor da tradição Karma Kagyu. Ao seu lado estavam alguns dos grandes mestres dessa linhagem, como Gyaltsab Rimpoche e Jamgon Kongtrul Rimpoche e, ao lado desses, estavam muitos grandes lamas e a comunidade de monges.

Na sequência dos eventos, primeiramente, Khempo Donyo, o sucessor e abade do monastério de Bokar Rimpoche, em Mirik, foi convidado para relembrar a história desde a passagem de Bokar Rimpoche até a busca por sua nova encarnação, guiada pelas instruções de S.S. Karmapa. A fala foi feita em Tibetano, mas seguida por traduções em Inglês e em Chinês. Então, S.S. Karmapa, fez o anúncio oficial da nova encarnação de Bokar Rimpoche ao Khempo Donyo. Depois disso, o pequenino, aparentando ter 6 ou 7 anos de idade, entra no recinto vestindo uma roupa amarela longa, chamada chuba, e não um robe de monge, porque ele ainda não é ordenado. Ele fez três prosternações diante de S.S. Karmapa, que lhe deu os votos do Refúgio e seu nome de Refúgio. Bokar Tulku fez então oferendas simbólicas à Sua Santidade Karmapa e sentou-se no trono preparado para ele entre Jamgom Kongtrul e Khempo Donyo. Ele foi presenteado com oferendas, katas, chá e arroz doce. Em seguida a comunidade recitou uma sucessão de preces e bons votos por sua longa vida e sua atividade iluminada. 

O evento foi concluído próximo do meio dia, quando os participantes foram convidados para o almoço.

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Prajnaparamita (Sutra do Coração)

Prajnaparamita

 

O Sutra do Coração da Perfeição da Venerada Compreensão Superior, ou Bhagavati Prajanaparamita Hrdaya em sânscrito, relata o ensinamento dado por Tchenrezig a Shariputra sobre a vacuidade. É um dos textos mais conhecidos da literatura budista e é notável por sua concisão e clareza.
Nos ensinamentos da manhã de hoje, foram abordados os seguintes tópicos, :
  • Leitura do texto em tibetano e em português;
  • Contexto do Sutra;
  • Aspectos fundamentais da tradução;
  • Ensinamentos sobre o conteúdo do Sutra, propriamente dito;
  • Relação entre a Compreensão Superior e a Compaixão;
  • Os 18 dhatus;
  • Outros assuntos tratados:
    • O que devemos estudar: Os Ensinamentos Tradicionais
    • Disponibilizada no site, uma nova seção contendo estudos modernos relacionados ao Budismo;
    • Autorização para início das atividades do Palden Shangpa Campo Grande/MS!
Prajnaparamita
Duração: 1h45min / Tradução: Lama Wangdu 
0 key down 0 play pause Texto
(em Português)