Bodhisatvacharyavatara 37 – Capítulo 5: A Vigilância

Nos ensinamentos de hoje, foi apresentada uma história sobre ética do praticante, extraída da obra Quinhentos Contos Budistas, publicada em 1910. Em seguida, os ensinamentos foram sobre o texto e os comentários relativos ao Bodhisatvacharyavatara – Capítulo 5: A Vigilância (estrofes 91 a 96)

[91-95] É incorreto cuspir ou deitar fora um palito sem os cobrir de terra; sujar água potável e campos lavrados é algo de repreensível. Não deve comer com a boca cheia, aberta ou ruidosamente, nem se sentar com as pernas esticadas ou esfregar as duas mãos ao mesmo tempo. Não deve pernoitar ou viajar na companhia da mulher de alguém, se ela estiver sozinha. Depois de ter observado e interrogado, que ele evite tudo o que seja considerado como chocante. Que não aponte com o dedo, mas servindo-se com cortesia da mão direita aberta, mesmo para indicar o caminho. Que não chame ninguém distante agitando os braços ou gritando, salvo em circunstâncias prementes; um discreto ruído ou um estalar de dos é o que deve utilizar. Qualquer outra conduta será descabida. [Estas estrofes apresentam um pouco das convenções de etiqueta da Índia e no Tibet.]

[96] Que ele se deite na postura do Nirvana do Buddha, voltando para a direção que prefere, consciente e decidido a levantar-se de manhã com prontidão.

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