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	<title>Dordje Chang Tungma &#8211; Kagyu Pende Gyamtso</title>
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	<description>Centro Budista Tibetano</description>
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	<title>Dordje Chang Tungma &#8211; Kagyu Pende Gyamtso</title>
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		<title>Dordje Chang Tungma 09 &#8211; Que em todos os meus nascimentos&#8230;</title>
		<link>https://kalu.org.br/dordje-chang-tungma-09-que-em-todos-os-meus-nascimentos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dordje-chang-tungma-09-que-em-todos-os-meus-nascimentos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sangha Kpg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Dec 2018 16:41:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dordje Chang Tungma]]></category>
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					<description><![CDATA[. . Que em todos os meus nascimentos, Possa eu não estar separado do perfeito Lama, Usufruir da Glória do Dharma, Realizar completamente as qualidades dos caminhos e das terras E atingir rapidamente o estado de Dordje Chang. Graças e essa virtude, Tendo realizado rapidamente o Mahamudra, Possa eu conduzir &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-1675 size-full" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-43.jpg" width="1600" height="900" srcset="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-43.jpg 1600w, https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-43-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></div>
<div><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//soundcloud.com/sanghakpg/20181216-dordje-chang-tungma&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=false" width="100%" height="auto" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>
<blockquote>
<div>
<p>Que em todos os meus nascimentos,<br />
Possa eu não estar separado do perfeito Lama,<br />
Usufruir da Glória do Dharma,<br />
Realizar completamente as qualidades dos caminhos e das terras<br />
E atingir rapidamente o estado de Dordje Chang.</p>
<p>Graças e essa virtude,<br />
Tendo realizado rapidamente o Mahamudra,<br />
Possa eu conduzir a esse estado<br />
Todos os seres sem exceção.</p>
<p>Pela graça do Buda, que obteve os três corpos,<br />
Pela graça da imutável verdade do Dharma-em-si,<br />
Pela graça da infalível aspiração da Sangha,<br />
Possa essa súplica de dedicatória realizar-se tal como ela é.</p>
</div>
</blockquote>
<p>Seguindo a estrutura geral do texto, esquematizada abaixo, vimos hoje a última parte do texto.</p>
<ol>
<li>Refúgio e Bodhicitta</li>
<li>Prece à Linhagem</li>
<li>Desapego &#8211; Preliminares comuns</li>
<li>Devoção &#8211; Preliminares especiais</li>
<li>Estabilidade &#8211; Shinê</li>
<li>Essência dos ensinamentos &#8211; Hlagtong</li>
<li><strong>Dedicatória</strong></li>
</ol>
<p>Após uma revisão do que foi visto até aqui, vimos com maior profundidade o significado de termos fundamentais das últimas estrofes da Prática de Dordje Chang Tungma: <em>todos os meus nascimentos; o Perfeito Lama; a Glória do Dharma; os Caminhos e as Terras.</em> Sobre este último, recomenda-se a leitura dos capítulos 19 e 19 do <a href="https://kalu.org.br/download/10/geral/511/gampopa-o-ornamento-da-preciosa-liberacao.pdf">Ornamento da Preciosa Liberação</a>, de Gampopa. Sobre a dedicatória, recomenda-se, ainda, a leitura de <a href="https://kalu.org.br/download/49/i-kalu-rimpoche/1912/kalu-rimpoche-preservar-o-merito.pdf">Preservar o Mérito</a>, um ensinamento dado por Kalu Rimpoche em Kagyu Ling, em maio de 1980.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-1598 aligncenter" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/lotus_large-300x232.png" alt="" width="148" height="114" /></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dordje Chang Tungma 08 &#8211; A essência dos pensamentos é o Dharmakaya</title>
		<link>https://kalu.org.br/dordje-chang-tungma-08-a-essencia-dos-pensamentos-e-o-dharmakaya/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dordje-chang-tungma-08-a-essencia-dos-pensamentos-e-o-dharmakaya</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sangha Kpg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Dec 2018 19:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dordje Chang Tungma]]></category>
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					<description><![CDATA[. . Como é ensinado, a essência dos pensamentos é o Dharmakaya. Eles não são nada e ainda sim surgem. Ao grande meditador, cujos pensamentos aparecem como um jogo sem obstruções, Concedais vossas bênçãos para que a inseparabilidade do samsara e do nirvana seja realizada. Seguindo a estrutura geral do &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1851 size-full" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/12/bird-wing-sky-seabird-flock-seagull-1040723-pxhere.com-1.jpg" width="1350" height="900" srcset="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/12/bird-wing-sky-seabird-flock-seagull-1040723-pxhere.com-1.jpg 1350w, https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/12/bird-wing-sky-seabird-flock-seagull-1040723-pxhere.com-1-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 1350px) 100vw, 1350px" /></div>
<div><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//soundcloud.com/sanghakpg/20181209-dordje-chang-tungma&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=false" width="100%" height="auto" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>
<blockquote>
<div>
<p>Como é ensinado, a essência dos pensamentos é o Dharmakaya.<br />
Eles não são nada e ainda sim surgem.<br />
Ao grande meditador, cujos pensamentos aparecem como um jogo sem obstruções,<br />
Concedais vossas bênçãos para que a inseparabilidade do samsara e do nirvana seja realizada.</p>
</div>
</blockquote>
<p>Seguindo a estrutura geral do texto, esquematizada abaixo, vimos hoje a penúltima parte do texto.</p>
<ol>
<li>Refúgio e Bodhicitta</li>
<li>Prece à Linhagem</li>
<li>Desapego &#8211; Preliminares comuns</li>
<li>Devoção &#8211; Preliminares especiais</li>
<li>Estabilidade &#8211; Shinê</li>
<li><strong>Essência dos ensinamentos &#8211; Hlagtong</strong></li>
<li>Dedicatória</li>
</ol>
<p>No ensinamento de hoje, tivemos inicialmente a análise das palavras-chave do texto em tibetano, que nos apresentam relação entre os três aspectos da mente e os três corpos do Buda. São termos que não esgotam o assunto, mas sinalizam a necessidade de conhecê-lo pela insubstituível experiência de acessar e de se familiarizar com a mente desperta.</p>
<p>Após explicações sobre os três véus que obstruem o acesso a essa mente clara, lúcida e insubstancial, tivemos orientações passo-a-passo sobre como realizar a prática de Dordje Chang Tungma.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-1598 aligncenter" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/lotus_large-300x232.png" alt="" width="148" height="114" /></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dordje Chang Tungma 07 &#8211; A estabilidade é o corpo da meditação</title>
		<link>https://kalu.org.br/dordje-chang-tungma-07-a-estabilidade-e-o-corpo-da-meditacao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dordje-chang-tungma-07-a-estabilidade-e-o-corpo-da-meditacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sangha Kpg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2018 15:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dordje Chang Tungma]]></category>
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					<description><![CDATA[. . Como é ensinado, a estabilidade é o corpo da meditação. Qualquer pensamento que surja, sua essência é pura. Ao grande meditador que assim permanece sem fabricações, Concedais vossas bênçãos para que a meditação seja livre de elaboração. Seguindo a estrutura geral do texto, esquematizada abaixo, vimos hoje a &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//soundcloud.com/sanghakpg/20181202-dordje-chang-tungma&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=false" width="100%" height="auto" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1668 size-full" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-36.jpg" width="1600" height="900" srcset="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-36.jpg 1600w, https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-36-600x338.jpg 600w, https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-36-300x169.jpg 300w, https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-36-768x432.jpg 768w, https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-36-1024x576.jpg 1024w, https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-36-700x393.jpg 700w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></div>
<div></div>
<div>
<div></div>
<blockquote>
<div>
<p>Como é ensinado, a estabilidade é o corpo da meditação.<br />
Qualquer pensamento que surja, sua essência é pura.<br />
Ao grande meditador que assim permanece sem fabricações,<br />
Concedais vossas bênçãos para que a meditação seja livre de elaboração.</p>
</div>
</blockquote>
<p>Seguindo a estrutura geral do texto, esquematizada abaixo, vimos hoje a estrofe que trata da devoção.</p>
<ol>
<li>Refúgio e Bodhicitta</li>
<li>Prece à Linhagem</li>
<li>Desapego &#8211; Preliminares comuns</li>
<li>Devoção &#8211; Preliminares especiais</li>
<li><strong>Estabilidade &#8211; Shinê</strong></li>
<li>Essência dos ensinamentos &#8211; Hlagtong</li>
<li>Dedicatória</li>
</ol>
<p>No ensinamento de hoje, dedicado à estrofe que trata da meditação, tivemos inicialmente a análise das palavras-chave do texto em tibetano, que nos sinalizam a necessidade da estabilização da mente e da calma mental para acessar a sabedoria, o estado natural.</p>
<p>Pelas características do tema, o Lama conduziu exercícios práticos de meditação com a finalidade de nos auxiliar na constante prática de reconhecimento de nossos processos mentais.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-1598 aligncenter" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/lotus_large-300x232.png" alt="" width="148" height="114" /></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dordje Chang Tungma 06 &#8211; A devoção é a cabeça da meditação</title>
		<link>https://kalu.org.br/dordje-chang-tungma-06-a-devocao-e-a-cabeca-da-meditacao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dordje-chang-tungma-06-a-devocao-e-a-cabeca-da-meditacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sangha Kpg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Nov 2018 21:29:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dordje Chang Tungma]]></category>
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					<description><![CDATA[. . Como é ensinado, a devoção é a cabeça da meditação. O Lama abre a porta para o tesouro dos ensinamentos orais. Ao grande meditador que continuamente ora para ele, Concedais vossas bênçãos para que nele nasça uma devoção espontânea. Seguindo a estrutura geral do texto, esquematizada abaixo, vimos &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//soundcloud.com/sanghakpg/20181118-dordje-chang-tungma&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=false" width="100%" height="auto" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1657 size-full" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-25.jpg" width="1600" height="900" srcset="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-25.jpg 1600w, https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-25-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></div>
<div></div>
<div>
<div></div>
<blockquote>
<div>
<p>Como é ensinado, a devoção é a cabeça da meditação.<br />
O Lama abre a porta para o tesouro dos ensinamentos orais.<br />
Ao grande meditador que continuamente ora para ele,<br />
Concedais vossas bênçãos para que nele nasça uma devoção espontânea.</p>
</div>
</blockquote>
<p>Seguindo a estrutura geral do texto, esquematizada abaixo, vimos hoje a estrofe que trata da devoção.</p>
<ol>
<li>Refúgio e Bodhicitta</li>
<li>Prece à Linhagem</li>
<li>Desapego &#8211; Preliminares comuns</li>
<li><strong>Devoção &#8211; Preliminares especiais</strong></li>
<li>Estabilidade &#8211; Shinê</li>
<li>Essência dos ensinamentos &#8211; Hlagtong</li>
<li>Dedicatória</li>
</ol>
<p>Em tibetano, o termo traduzido como devoção é composto pela combinação palavras  <em>interesse, inspiração </em>e <em>respeito.</em> De acordo com Thrangu Rimpoche, a devoção <em>espontânea </em>é um componente indispensável para o progresso na via do Despertar e, para desenvolvê-la, é preciso fazer as práticas preliminares especiais.</p>
<p>Também vimos as explicações de Kalu Rimpoche sobre o sentido das bênçãos e a vinculação direta que elas têm com a forma de se relacionar com o(s) Lama(s). Se as preliminares especiais são o meio de desenvolver a devoção, é preciso atenção para evitar os obstáculos para seu desenvolvimento, que são: as distrações, a preguiça e a dúvida.</p>
<p>Ao final, ouvimos <a href="https://kalu.org.br/wpfd_file/kalu-rimpche-o-dente-do-buda/" target="_blank" rel="noopener">O dente do Buddha</a>, uma história sobre devoção, que está no livro de Kalu Rimpoche <em><a href="https://kalu.org.br/download/49/i-kalu-rimpoche/526/kalu-rimpoche-ensinamentos-fundamentais-do-budismo-tibetano.pdf">Ensinamentos Fundamentais do Budismo Tibetano</a>.</em></p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-1598 aligncenter" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/lotus_large-300x232.png" alt="" width="148" height="114" /></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dordje Chang Tungma 05 &#8211; O desapego constitui os pés da meditação</title>
		<link>https://kalu.org.br/dordje-chang-tungma-05-o-desapego-constitui-os-pes-da-meditacao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dordje-chang-tungma-05-o-desapego-constitui-os-pes-da-meditacao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sangha Kpg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Oct 2018 17:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dordje Chang Tungma]]></category>
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					<description><![CDATA[. . Como é ensinado, o desapego constitui os pés da meditação. O apego à comida e à riqueza desaparece. Para o grande meditador que se desvencilha das amarras desta vida, Concedais vossas bênçãos para que o apego às posses e às honras cesse. Após breve recapitulação do que foi &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//soundcloud.com/sanghakpg/20181028-dordje-chang-tungma&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=false" width="100%" height="auto" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1673 size-full" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-41.jpg" width="1600" height="900" srcset="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-41.jpg 1600w, https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/site-41-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></div>
<div></div>
<div>
<div></div>
<blockquote>
<div>Como é ensinado, o desapego constitui os pés da meditação.</div>
<div>O apego à comida e à riqueza desaparece.</div>
<div>Para o grande meditador que se desvencilha das amarras desta vida,</div>
<div>Concedais vossas bênçãos para que o apego às posses e às honras cesse.</div>
<div></div>
</blockquote>
<p>Após breve recapitulação do que foi visto nos encontros anteriores e instruções sobre a visualização na prática de Dordje Chang Tungma, tivemos a oportunidade de iniciar o estudo sobre a parte que concerne à meditação. Na estrutura geral do texto, esquematizada abaixo,  há quatro estrofes (3 a 6) que serão objeto dos próximos ensinamentos:</p>
<ol>
<li>Refúgio e Bodhicitta</li>
<li>Prece à Linhagem</li>
<li><strong>Desapego &#8211; Preliminares comuns</strong></li>
<li>Devoção &#8211; Preliminares especiais</li>
<li>Estabilidade &#8211; Shinê</li>
<li>Essência dos ensinamentos &#8211; Hlagtong</li>
<li>Dedicatória</li>
</ol>
<p>O ensinamento de hoje tratou com mais detalhes a estrofe sobre o desapego e sua relação com as preliminares comuns. No KPG, a principal referência sobre o estudo das preliminares comuns é o livro <em>O Ornamento da Preciosa Liberação</em>, de Gampopa. Sugerimos a leitura dos capítulos referentes à Impermanência, Lei de ação e resultados (Karma) e Sofrimentos do samsara (págs. 121 a 247). O livro está disponível para <a href="https://kalu.org.br/wpfd_file/gampopa-o-ornamento-da-preciosa-liberacao/" target="_blank" rel="noopener">download gratuito</a> e também pode ser adquirido na lojinha do KPG.</p>
<p>Como os ensinamentos sobre Dordje Chang Tungma serão retomados em dezembro, será uma boa oportunidade para ler, estuda e meditar sobre o conteúdo até o próximo encontro.</p>
</div>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1596 aligncenter" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/endless-knot-lotus-small.png" alt="" width="162" height="165" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dordje Chang Tungma 04 &#8211; A Gloriosa Linhagem Shangpa</title>
		<link>https://kalu.org.br/dordje-chang-tungma-04-a-gloriosa-linhagem-shangpa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dordje-chang-tungma-04-a-gloriosa-linhagem-shangpa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sangha Kpg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Oct 2018 19:21:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dordje Chang Tungma]]></category>
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					<description><![CDATA[. Rodopiando no oceano do samsara, Estão os milhares de pensamentos de amor e ódio. Quando você sabe que eles não têm existência própria, Então, por toda parte, está a Terra de Ouro, meu filho. . Se sobre todas as coisas, como uma ilusão, Você meditar, como uma ilusão, A &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//soundcloud.com/sanghakpg/20181021-dordje-chang-tungma&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=false" width="100%" height="auto" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div></div>
<blockquote>
<div>Rodopiando no oceano do samsara,</div>
<div>Estão os milhares de pensamentos de amor e ódio.</div>
<div>Quando você sabe que eles não têm existência própria,</div>
<div>Então, por toda parte, está a Terra de Ouro, meu filho.</div>
<div><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<div>Se sobre todas as coisas, como uma ilusão,</div>
<div>Você meditar, como uma ilusão,</div>
<div>A verdadeira budeidade, como uma ilusão,</div>
<div>Virá, devido à devoção.</div>
</blockquote>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1618 size-full" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/Lignée-Shangpa-Fresque-KL.jpg" width="5513" height="3832" srcset="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/Lignée-Shangpa-Fresque-KL.jpg 5513w, https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/Lignée-Shangpa-Fresque-KL-600x417.jpg 600w" sizes="(max-width: 5513px) 100vw, 5513px" /></div>
<div></div>
<div>
<p>Após a visão geral que tivemos na semana anterior sobre as linhagens budistas, em especial sobre a Linhagem Kagyü, temos a oportunidade agora de conhecer de forma mais específica a Gloriosa Linhagem Shangpa e seu fundador Khyungpo Neljor.</p>
<ul>
<li>O contexto social, político, cultural e religioso do Tibet medieval, até o movimento <em>Rimê </em>e Kalu Rimpoche;</li>
<li>Khyungpo Neljor: sua biografia; os mestres com quem estudou ao longo de seu caminho; o encontro com Niguma e Sukha Siddhi; mais ensinamentos de outros mahasiddhas; a origem da Linhagem Shangpa e a transmissão discípulo a aluno por sete gerações.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1612 aligncenter" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/karura-head-eight-legged-lion-tibet-3symbols-of-victory-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>A biografia de Khyungpo Neljor e de outros mestres da Linhagem Shanpga está no primeiro volume da <a href="https://kalu.org.br/5-biblioteca/a-colecao-dos-textos-da-tradicao-shangpa/">Coleção Shangpa</a> (em Tibetano). Outras ótimas referências sobre o tema são os livros <a href="https://www.amazon.com/Like-Illusion-Lives-Shangpa-Masters/dp/0970563906">Like an Illusion</a>, de Nicole Riggs (em Inglês) e <a href="https://www.amazon.com/Timeless-Rapture-Inspired-Shangpa-Masters/dp/1559392045">Timeless Rapture</a>, de Jamgon Kongtrul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dordje Chang Tungma 03 &#8211; Linhagens Budistas &#8211; a fonte dos ensinamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sangha Kpg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Oct 2018 12:56:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dordje Chang Tungma]]></category>
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					<description><![CDATA[O kalpa dos mil Buddhas Uma época durante a qual aparecem Buddhas é chamada um &#8220;kalpa luminoso&#8221;. Um &#8220;kalpa obscuro&#8221;, ao contrário, é a época durante a qual não há nenhum ensinamento espiritual. A era cósmica, no interior da qual nos encontramos, chamada o “bom kalpa”, pertence à primeira categoria &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//soundcloud.com/sanghakpg/20181014-dordje-chang-tungma&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=false" width="100%" height="auto" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></div>
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<div><a href="https://kalu.org.br/download/10/primeiro-nivel/1556/lama-wangdu-linhagens-budistas.pdf"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-1557" src="https://kalu.org.br/wp-content/uploads/2018/10/Linhagens-Budistas-207x300.png" width="244" height="353" /></a></div>
<div><span style="font-family: Oswald, sans-serif; font-size: 24px; font-weight: 300; letter-spacing: 1px;">O kalpa dos mil Buddhas</span></div>
<div>
<p>Uma época durante a qual aparecem Buddhas é chamada um &#8220;<em>kalpa</em> luminoso&#8221;. Um &#8220;<em>kalpa</em> obscuro&#8221;, ao contrário, é a época durante a qual não há nenhum ensinamento espiritual. A era cósmica, no interior da qual nos encontramos, chamada o “bom <em>kalpa</em>”, pertence à primeira categoria e deve presenciar, no total, a vinda de mil Buddhas. Quatro já se manifestaram: Krakukandra, Kanaka Muni, Kashyapa<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a> e Shakyamuni, de cujos ensinamentos nos beneficiamos atualmente.</p>
<p>Quando um Buddha se manifesta, ele sempre ensina em três níveis: o veículo dos sravakhas ou &#8220;auditores&#8221;, o veículo dos pratiekabuddhas ou &#8220;Buddhas solitários&#8221; e o <em>mahayana</em> ou “grande veículo”. O ensinamento do <em>vajrayna</em> é, em contrapartida, muito raro. Dos mil Buddhas de nosso <em>kalpa</em>, apenas o Buddha Shakyamuni o transmitiu em grande escala. Durante os períodos atribuídos aos outros Buddhas, a própria palavra <em>vajrayana </em>não será pronunciada ou, mesmo quando esse veículo for ensinado, será apenas confidencialmente, em círculos muito restritos.</p>
<h3>Ensinamentos muito raros</h3>
<p>As profecias dão uma idéia do caráter excepcional do <em>kalpa</em> no qual nos encontramos. De fato, acredita-se que no final deste kalpa dos mil Buddhas, nosso universo será destruído, segundo a lógica dos ciclos cósmicos<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a>. Depois virá um <em>kalpa</em> vazio, sem que será seguido de setecentos <em>kalpas</em>, no curso dos quais não haverá nem Buddhas nem dharma. Em seguida, virá de novo um &#8220;bom <em>kalpa</em>”, durante o qual surgirão dez mil Buddhas. Os <em>kalpas</em> luminosos ocorrem, portanto, apenas uma vez de tempos em tempos, separados por sucessões muito longas de <em>kalpas</em> obscuros. No interior dos <em>kalpas</em> luminosos, o ensinamento do <em>vajrayana</em> é ainda muito mais raro. Este só será revelado de novo depois de um número infinito de kalpas, na época em que o Buddha Jampeipal o propagar de maneira tão ampla quanto o fez o Buddha Shakyamuni. Daqui até lá, os outros Buddhas, supondo que ensinem o <em>vajrayana</em>, só o transmitirão a um número muito pequeno de discípulos.</p>
<h4>Avançar em direção à liberação</h4>
<p>Nascemos em um <em>kalpa</em> luminoso e, além disso, temos acesso a todos os graus de ensinamentos, tais como foram apresentados pelo Buddha Shakyamuni. Isto só é possível pela conjunção da graça das Três Jóias e de um imenso potencial positivo pessoal acumulado durante inumeráveis <em>kalpas</em>. Nesse sentido, nossa existência humana é muito preciosa.</p>
<p>Podemos distinguir cinco etapas na existência: a infância, a juventude, a maturidade, a velhice, a doença e a morte. A maioria de vocês situa-se na maturidade. Quando a doença e a morte chegarão? Não temos nenhuma certeza a esse respeito. Talvez possamos contar com os anos da velhice, mas não estamos seguros se os alcançaremos. De qualquer modo, uma parte de nossa vida já transcorreu e é preciso utilizar de maneira proveitosa os anos que nos restam, servir-nos deles para colocar em o dharma que encontrarmos, avançar em direção à nossa própria liberação dos sofrimentos do samsara e em direção à capacidade de socorrer um número infinito de seres. É preciso explorar, sem negligenciar, as potencialidades de nossa preciosa existência humana.</p>
<h3>Facetas do Budismo</h3>
<p>Dentre os ensinamentos, distinguimos, como acabamos de ver, três níveis: o veículo dos auditores, o dos Buddhas solitários e o veículo dos bodhisattvas ou grande veículo. Esse grande veículo também apresenta duas facetas: a dos <em>sutras</em>, que constitui o grande veículo dialético e o dos <em>tantras</em>, que constitui o <em>vajrayana</em>. Todos esses aspectos estão, atualmente, à nossa disposição.</p>
<p>Os <em>sutras</em>— textos que registram o ensinamento do <em>hinayana</em> e do <em>mahayana</em> — têm sua origem no Buddha Shakyamuni, o Buddha histórico, enquanto que os <em>tantras</em>; — os textos que englobam os ensinamentos do <em>vajrayana</em> — foram revelados pelo Buddha Vajradhara (tib. Dorje Chang), expressão do <em>dharmakaya</em>. Apesar disso não se deve pensar que Shakyamuni e Vajradhara seriam duas pessoas diferentes. Eles são duas manifestações de uma essência única, uma expondo os <em>sutras</em>, a outra, aparecendo sob a forma de múltiplas divindades tântricas (Hevajra, Chakrasamvara e outras), oferecendo os <em>tantras</em> que se referem a elas. Quando utilizamos o termo Kagyü, fazemos alusão a essa origem dos <em>tantras</em>, já que ele significa &#8220;linhagem (tib. gyu) oriunda da Palavra (tib. ka)&#8221;. Trata-se, portanto, de uma transmissão por revelação direta de Vajradhara.</p>
<p>Na Índia antiga, muitas personalidades ficaram célebres como exemplos de suas os Dezesseis <em>Sthaviras</em> e os Quinhentos <em>Arhats</em>, no contexto dos <em>sutras</em>; os Oitenta e Quatro Mahasiddhas, no dos <em>tantras</em>, os Seis Ornamentos deste mundo e os Dois Sublimes, representando ao mesmo tempo a abordagem dos sutras e a dos tantras.<a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a></p>
<p>Nascido na Índia, o Budismo difundiu-se progressivamente pelos países vizinhos, sob uma ou outra de suas formas. O Tibete possui a particularidade de a totalidade dos ensinamentos do Buddha terem sido ali introduzidos, tanto os sutrasquanto os tantras, o pequeno e o grande veículo.</p>
<h3>Origem das linhagens</h3>
<p>O Budismo foi, inicialmente, introduzido no Tibete por interrnédio do rei Songtsen Gampo, que convidou o abade Shantarakshita, representante dos <em>sutras</em>, e Padmasambhava, detentor dos <em>tantras</em>. O <em>vajrayana</em> difundiu-se, então, de maneira muito profunda, constituindo a escola dos Antigos, os Nyingmapas, que deu lugar a um grande florescimento de realizados. A escola <u>Nyingmapa</u> foi como um sol para o Tibete.</p>
<p>Entretanto, no decorrer dos anos, alguns de seus membros propunham em seus discursos uma filosofia muito elevada e uma meditação muito menos elevada, enquanto que seu comportamento era manchado por muitas negatividades, o que criou uma certa degeneração. Nessa época, o rei Yeshe Ö<a href="#_ftn4" name="_ftnref4">[4]</a>, visto como uma emanação divina, enviou para a Índia o tradutor Rinchen Zangpo para convidar ao Tibete o mestre indiano Atisha. Os esforços que este último, assim como muitos outros eruditos e tradutores, despenderam no Tibete para revivificar o dharma deram origem, no âmbito do <em>vajrayana</em>, à “tradição nova”. Atisha enfatizou a importância de três níveis de prática:</p>
<ul>
<li>o nível exterior, representado pelos votos de liberação individual, feitos pelos monges e monjas, assim como pelos fiéis leigos;</li>
<li>o nível interior, equivalendo aos votos de bodhisattva, que insistem sobre o amor, a compaixão e a motivação do bem do outro;</li>
<li>o nível secreto do <em>vajrayana</em>, repousando sobre as fases de criação e de conclusão das divindades.</li>
</ul>
<p>Esta tradição de Atisha, na qual se inscreveram inúmeros eruditos e realizados, ficou conhecida pelo nome de escola <u>Kadampa</u>.</p>
<p>Mais tarde, chegou um monge da região de Tsongkha, conhecido pelo nome de Tsong-khapa, que deu um novo impulso aos ensinamentos Kadampas. Muito erudito, dotado de uma grande realização, ele se estabeleceu no mosteiro de Ganden<a href="#_ftn5" name="_ftnref5">[5]</a>, de maneira que sua escola foi inicialmente chamada de Gandenpa. Trata-se da mesma escola que atualmente é conhecida pelo nome de <u>Gelukpa</u>.</p>
<p>Marpa, o tradutor, contemporâneo de Atisha, fundou, por sua vez, a linhagem Marpa Kagyü. Sua escola remonta ao Buddha Vajradhara (tib. Dorje Chang que revelou seus ensinamentos ao mestre Indiano Tilopa, que os transmitiu a Naropa junto a quem Marpa veio buscá-los na Índia. A “via dos meios hábeis” é aí representada pelos &#8220;seis dhamas de Naropa&#8221;, e a &#8220;via da liberação&#8221;, pelo mahamudra. <u>Marpa</u> teve como principal discípulo Milarepa, cujos dois mais eminentes filhos espirituais, comparados ao sol e a lua, foram Dhagpo Rinpoche (Gampopa) e Rechungpa. Os quatro principais discípulos de Gampopa fundaram, por sua vez, quatro subdvisões na linhagem <u>Kagyü</u>, conhecidas como as &#8220;quatro grandes&#8221; escolas Kagyüpas, que foram seguidas, por causa de novas subdvisões, pelas &#8220;oito pequenas&#8221;, conforme veremos adiante.</p>
<p>Uma outra das grandes linhagens foi introduzida pelo mestre indiano Padampa Sangye — que, segundo a tradição, teria vivido duzentos anos — que propunha um sistema conhecido pelo nome de <u>Shije</u>. Sua principal discípula tibetana, Matchik Labdrôn, encarnação de Tara, desenvolveu no interior desse sistema a prática de Chöd. Shije e Chöd reunidos constituem uma das grandes tradições tibetanas.</p>
<p>Kunga Nyingpo reuniu, por sua vez, um grande número de tradições da Índia budista em um <em>corpus</em> chamado Landre, cuja principal fonte era o mahasiddha Virupa. Como seu mosteiro se localizava em um local chamado Sakya, na província de Tsang, sua escola ficou conhecida pelo nome de <u>Sakyapa</u>.</p>
<p>A linhagem <u>Jonangpa</u> repousa sobre numerosos ensinamentos do vajrayana, em particular sobre o ciclo de Kalachakra. Este ciclo foi introduzido no Tibete por três tradutores, Re Lotsawa, Dromo Lotsawa e Tsemo Lotsawa, depois foi particularmente representada nas pessoas de Dölpo Sangye e de Jetsun Taranatha.</p>
<p>Drubtop Orgyenpa, discípulo do segundo Karmapa, Karmapakshi, possuía o poder de visitar todos os lugares da terra, incluindo o reino setentrional de Shambala. Recebeu ensinamentos de muitas dakinis, que ele codificou sob o nome de Dorje Neljor. Sua linhagem é geralmente conhecida pelo nome de <u>Dorje-sum-gyi-nyendrup</u>.</p>
<p>Finalmente, a linhagem <u>Shangpa</u> Kagyü remonta a Khyungpo Neljor. Este estudou muito jovem os sutras e os tantras depois foi sete vezes à Índia e ao Nepal, onde pôde receber instruções de cento e cinqüenta mestres. Juntamente com a linhagem Karma Kagyu, essa é a linhagem ao qual nosso centro budista Kagyu Pende Gyamtso (KPG) está diretamente vinculada e sob os auspícios do seu principal detentor, o venerável Kyabje Kalu Rinpoche.</p>
<p>Merece uma consideração particular o fato de que desde as suas origens as linhagens Shangpa e Karma Kagyu estiverem sempre muito próximas. Nesse sentido, o precedente Kalu Rinpoche, fazendo referência a auto-biografia de Mochokpa que integrava a coleção de textos sagrados da gloriosa linhagem Shangpa ensinou que: “O principal discípulo de Khyungpo Neljor, aquele que foi considerado o seu sucessor, era Rinchen Samdrup, originário da região de Mochok e, portanto, conhecido pelo nome de Mochokpa. Durante doze anos, ele permaneceu em um retiro muito austero, comendo apenas raízes e ervas silvestres. Sua meditação permitiu-lhe obter numerosos poderes, como o de voar pelos ares.</p>
<p>Mochokpa era, ainda muito jovem, contemporâneo de Gampopa, o principal discípulo de Milarepa (e detentor da linhagem Karma Kagyu). Um dia, desejando conhece-lo pôs-se a caminho para encontra-lo. Gampopa, graças a seus poderes de clarividência, soube que Mochokpa se aproximava e, apesar de sua idade avançada, foi ao seu encontro para acolhê-lo com muita alegria.</p>
<p>&#8211; Você e eu – disse o visitante – fomos mestre e discípulo durante incontáveis vidas e estamos ligados por uma íntima conexão cármica.</p>
<p>Eles passaram alguns dias muito felizes por estarem juntos, ministrando-se mutuamente iniciações. A partir desse momento, estabeleceram-se laços muito estreitos entre a linhagem Shangpa Kagyu e a linhagem Karma Kagyu, de maneira que se tornaram indissociáveis. O detalhamento sobre a nossa linhagem Shangpa Kagyu e seus principais mestres será apresentado oportunamente.</p>
<p>As Oito linhagens mencionadas — Nyingmapa, Kadampa-Gelukpa, Kagyüpa, Shije, Sakyapa, Jonangpa, Dorje-sum-gyi-nyendrup, Shangpa Kagyü — constituem o que se chama os “Oito Carros da Prática”.</p>
<h2>As linhagens Kagyüpa</h2>
<p>No Tibete, as instruções do <em>vajrayana</em>, que se acredita poderem levar ao completo despertar durante o tempo da vida presente, ou no <em>bardo</em> ou no espaço de sete vidas consecutivas, foram rapidamente difundidas por diferentes linhagens, cujas oito principais são conhecidas sob o nome dos “Oito Grandes Carros da Prática”, referida acima. Considerando que todas essas linhagens tiveram sua origem na Palavra do <em>dharmakaya</em>, sob a forma de Vajradhara, ou sob uma outra forma, todas têm direito ao epíteto “Kagyü” . Assim, poderíamos falar da escola Nyingrna Kagyü, de Lamdre Kagyü entre os Sakyapas, de Ganden Kagyü entre os Gelukpas, de Shangpa Kagyü, de Jonang Kagyü etc. Entretanto, de maneira mais restrita e no uso corrente, quando falamos da linhagem Kagyü referimo-nos à escola cujo fundador, no Tibete, foi Marpa, o tradutor.</p>
<p>Porém, no sentido estrito a linhagem Kagyü não se refere a uma única entidade, mas a um número bastante grande de subdivisões que se produziram na história. A primeira surgiu entre os discípulos de Gampopa, os quatro principais dentre eles criando sua própria linhagem:</p>
<ul>
<li>a escola Karma Kagyü, oriunda do primeiro Karmapa Tüsum Khyenpa;</li>
<li>a escola Barom Kagyü, oriunda de Barom Dharma Wangchuk;</li>
<li>a escola Tselpa Kagyü, oriunda de Tsóndru Drakpa;</li>
<li>a escola Pakdru Kagyü, vinda de Pakmo Drupa.</li>
</ul>
<p>Em seguida, após Pakmo Drupa, desenvolveram-se oito novas subdvisões:</p>
<ul>
<li>Drikung Kagyü;</li>
<li>Taklung Kagyü;</li>
<li>Drukpa Kagyü;</li>
<li>Yelpa Kagyü;</li>
<li>Yazang Kagyü;</li>
<li>Shukseb Kagyü;</li>
<li>Marpa Kagyu<a href="#_ftn6" name="_ftnref6">[6]</a>,</li>
<li>Tropu Kagyü.</li>
</ul>
<p>Esses dois conjuntos foram em seguida classificados como formando as “quatro grandes” e as &#8220;oito pequenas&#8221; linhagens Kagyü. Procedendo todas de Marpa, Milarepa e Gampopa, elas têm em comum a prática dos seis dharmas de Naropa e do <em>mahamudra</em>, o que não as impede de possuir instruções ligeiramente diferentes. Por exemplo, a tradição Karma Kagyü apresenta o mahamudra por meio da Introdução aos Três Corpos (tib. <em>Ku sum ngotro</em>), a escola Drikung utiliza no mesmo caso o Pensamento Único (fib. <em>Drikung gong chik</em>), e a linhagem Drukpa Kagyü o Sêxtuplo Ciclo do Igual Sabor (tib. <em>Ronyom khor druk</em>). A maneira de exprimir as coisas é diferente, mas o sentido permanece idêntico.</p>
<p>A linhagem a que nos referimos mais particularmente na prática de Dordge Chang Tungma é a Karma Kagyü<a href="#_ftn7" name="_ftnref7">[7]</a>. Ela foi fundada pelo primeiro Karmapa, discípulo de Gampopa, que teve por sua vez como principal discípulo Situ Drogón Rechen. Eles foram os dois primeiros representantes das linhagens de encarnação que seriam conhecidas como os Gorros Negros (os Karmapas) e os Gorros Vermelhos (os Situpas) e cuja atividade, ao lado da de outros mestres, ia permitir à escola Karma Kagyü perpetuar-se em sua integridade até nossos dias.</p>
<p>Ao considerarmos os mestres que integram o <em>Rosário de Ouro</em> da linhagem Karma Kagyu devemos apresentá-los em ordem cronológica da seguinte forma<a href="#_ftn8" name="_ftnref8">[8]</a>:</p>
<ul>
<li>Vajradhara</li>
<li>Tilopa (988-1069)</li>
<li>Naropa (1016-1100)</li>
<li>Marpa Lotsawa (1012-1097)</li>
<li>Jetsun Milarepa (1052-1135)</li>
<li>Gampopa (1079-1153)</li>
<li>1<sup>o</sup> Karmapa, Dusum Khyenpa (1110-1193)</li>
<li>Drogön Rechen (1148-1218)</li>
<li>Pomdrakpa (1170-1249)</li>
<li>2<sup>o</sup> Karmapa, Karma Pakshi (1203-1283)</li>
<li>Drubtob Urgyenpa (1230-1300)</li>
<li>3<sup>o</sup> Karmapa, Rangjung Dorje (1284-1339)</li>
<li>Gyalwa Jungtönpa (1296-1376)</li>
<li>4<sup>o</sup> Karmapa, Rolpe Dorje (1340-1383)</li>
<li>2<sup>o</sup> Shamarpa, Kachö Wangpo (1350-1405)</li>
<li>5<sup>o</sup>Karmapa, Dezhin Shegpa (1384-1415)</li>
<li>Rinchen Zangpo (Ratnabhadra) (c. 1400)</li>
<li>6<sup>o</sup> Karmapa, Thongwa Donden (1416-1453)</li>
<li>Bengar Jampal Zangpo Paljor Döndrup (1427-1489)</li>
<li>7<sup>o</sup> Karmapa, Chodrag Gyatsho (1454-1506)</li>
<li>Sangye Nyenpa, Tashi Paljor (1457-1525)</li>
<li>8<sup>o</sup> Karmapa, Mikyo Dorje (1507-1554)</li>
<li>5<sup>o</sup> Shamarpa, Könchog Yenlag (1526-1583)</li>
<li>9<sup>o</sup> Karmapa, Wangchuk Dorje (1555-1603)</li>
<li>6<sup>o</sup> Shamarpa, Chökyi Wangchuk (1584-1629)</li>
<li>10<sup>o</sup> Karmapa, Choying Dorje (1604-1674)</li>
<li>7<sup>o</sup> Shamarpa, Yeshe Nyingpo (1631-1694)</li>
<li>11<sup>o</sup> Karmapa, Yeshe Dorje (1676-1702)</li>
<li>8<sup>o</sup> Shamarpa, Chökyi Döndrub (1694-1735)</li>
<li>12<sup>o</sup> Karmapa, Changchub Dorje (1703-1732)</li>
<li>8<sup>o</sup> Situpa, Chökyi Jungne (1700-1774)</li>
<li>13<sup>o</sup> Karmapa, Dudul Dorje (1733-1797)</li>
<li>10<sup>o</sup> Shamarpa, Chödrub Gyamtso (1742-1792)</li>
<li>9<sup>o</sup> Situpa, Pema Nyinche Wangpo (1774-1853)</li>
<li>14<sup>o</sup> Karmapa, Thegchog Dorje (1798-1868)</li>
<li>1<sup>o</sup> Jamgön Kongtrül, Lodrö Thaye (1813-1899)</li>
<li>15<sup>o</sup> Karmapa, Khakhyab Dorje (1871-1922)</li>
<li>11<sup>o</sup> Situpa, Pema Wangchuk (1886-1952)</li>
<li>2<sup>o</sup> Jamgön Kongtrül, Palden Khyentse Öser (1902-1952)</li>
<li>16<sup>o</sup> Karmapa, Rangjung Rigpe Dorje (1924-1981)</li>
<li>17<sup>o</sup> Karmapa, Ogyen Trinley Dorje (1985-)</li>
</ul>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Os nomes tibetanos desses três primeiros Buddhas são, respectivamente, Korwajik, Sertub e Ösung. Sua presença neste planeta não se situa na nossa história, mas é considerada como pertencendo a civilizações de épocas extremamente recuadas. Os mil Buddhas de que se fala aqui são os que desempenham o papel histórico de iniciador de uma nova tradição. Todavia, muitos deles podem, sem ocupar esta função, atingir o estado de Buddha durante o mesmo <em>kalpa</em>.</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> Um ciclo cósmico completo (<em>mahakalpa</em>) compreende quatro fases: gênese, manutenção, destruição e vazio. Cada uma delas tem uma duração igual a vinte &#8220;<em>kalpas</em> intermediários&#8221;. No Hinduísmo, a duração de um <em>kalpa</em> no é de 4,32 bilhões de anos e no Budismo um <em>mahakalpa</em> é estimado em 1,28 trilhões de anos (ainda que, de fato, o Buddha nunca tenha precisado exatamente esse número de anos, mas sim ensinado por meio de analogias).</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> Os Dezesseis Sthaviras (&#8220;Antigos&#8221; ou &#8220;Decanos&#8217;) e os Quinhentos Arbats constituem dois grupos de indivíduos que, na época do Buddha, atingiram a realização no âmbito do pequeno veículo (hinayana), permanecendo como modelo deste veículo. Os Oitenta e Quatro Mabasiddha; são uma série de iogues budistas da Índia antiga — por volta do século VI ou VII d.C. — que ficaram célebres não apenas por sua realização, mas também por seu comportamento, que escapava a todas as convenções. Os Seis Ornamentos deste mundo e os Dois Sublimes são considerados como os maiores eruditos da Índia budista. Foram: Nagarjuna, Aryadeva, Asanga, Vasubandhu, Dignaga, Dharmakirti, Gunaprabha e Sakyaprabha.</p>
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4">[4]</a> Século XI.</p>
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5">[5]</a> Perto de Lhassa.</p>
<p><a href="#_ftnref6" name="_ftn6">[6]</a> Homônimo sem relação com Marpa, o tradutor. Em tibetano, as duas ortografias são diferentes.</p>
<p><a href="#_ftnref7" name="_ftn7">[7]</a> Também referida como Karma Kantsang.</p>
<p><a href="#_ftnref8" name="_ftn8">[8]</a> https://www.kttbrasil.org/linhagem</p>
</div>
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		<title>Dordje Chang Tungma 02 &#8211; Refúgio e Bodhicitta &#8211; Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sangha Kpg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Oct 2018 17:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dordje Chang Tungma]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; No Buda, no Dharma e na Sublime Assembleia, tomo refúgio até o despertar&#8230; &#8230; pelo mérito resultante da minha prática da Generosidade e das demais Paramitas, possa o estado de Buda se realizar para o benefício de todos os seres. Em continuidade aos ensinamentos da semana anterior, vimos que &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//soundcloud.com/sanghakpg/20181007-dordje-chang-tungma-02&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=false" width="100%" height="auto" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></div>
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<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>No Buda, no Dharma e na Sublime Assembleia, tomo refúgio até o despertar&#8230;<br />
&#8230; pelo mérito resultante da minha prática da Generosidade e das demais Paramitas, possa o estado de Buda se realizar para o benefício de todos os seres.</p></blockquote>
</div>
<p>Em continuidade aos ensinamentos da semana anterior, vimos que o Refúgio não é em um objeto externo, mas na natureza da mente desperta. Contudo, a compreensão verdadeira dessa afirmação é obtida por meio dos estudos, da prática, do desenvolvimento da fé e consequentemente das bênçãos.</p>
<p>Quanto à Bodhicitta, é essencial que as palavras &#8220;para o benefício de todos os seres&#8221; sejam tomadas em seu sentido mais sincero, sendo, dessa forma, a motivação para orientar a conduta e a vida de um praticante budista.</p>
<p>A Bodhicitta relativa, trata da disposição mental gerada deliberadamente e é desenvolvida pela prática das Paramitas. O mérito e a sabedoria resultantes da prática das perfeições revela a Bodhicitta última, que não é descrita, mas compreendida no campo da experiência.</p>
<p>Para o próximo encontro, sugerimos ler e refletir sobre o texto de Kalu Rimpoche <a href="https://kalu.org.br/download/10/primeiro-nivel/1543/kalu-rimpoche-as-seis-paramitas-1974.pdf"><em>As Seis Paramitas</em></a>, que foi mencionado por Lama Wangdu nos ensinamentos de hoje.</p>
<p>Bons estudos, boa prática, boa meditação!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dordje Chang Tungma 01 &#8211; Refúgio e Bodhicitta &#8211; Parte 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sangha Kpg]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 00:46:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dordje Chang Tungma]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; No Buda, no Dharma e na Sublime Assembleia, tomo refúgio até o despertar&#8230; Neste ciclo de ensinamentos conduzidos pelo Lama Wangdu, teremos a oportunidade de estudar e praticar a prece a Dordje Tchang Tungma. Embora nos seja bastante familiar, pois é feita todos os domingos antes da meditação, e de &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//soundcloud.com/sanghakpg/20180930-dordje-chang-tungma-01&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=false" width="100%" height="auto" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></div>
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<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>No Buda, no Dharma e na Sublime Assembleia, tomo refúgio até o despertar&#8230;</p></blockquote>
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<p><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">Neste ciclo de ensinamentos conduzidos pelo Lama Wangdu, teremos a oportunidade de estudar e praticar a prece a Dordje Tchang Tungma. Embora nos seja bastante familiar, pois é feita todos os domingos antes da meditação, e de ser bastante curta, há muito para aprendermos sobre ela, pois é uma prece bastante concentrada, sendo, ao mesmo tempo, profunda e abrangente.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">O estudo será feito a partir do texto em tibetano e cada verso será analisado em detalhe, seguindo a estrutura da prática:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">Refúgio e Bodhicitta</span></li>
<li><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">Prece à Linhagem</span></li>
<li><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">Desapego</span></li>
<li><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">Devoção</span></li>
<li><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">Estabilidade</span></li>
<li><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">Natureza da Mente</span></li>
<li><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 15px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">Dedicatória.</span></li>
</ol>
<p>Neste primeiro encontro, tivemos a oportunidade de ouvir ensinamentos sobre Refúgio e Bodhicitta, baseados nos textos de <a href="https://kalu.org.br/wpfd_file/kalu-rimpoche-a-tomada-do-refugio-e-a-geracao-da-bodhicitta-2/" target="_blank" rel="noopener">Kalu Rimpoche</a> e <a href="https://kalu.org.br/wpfd_file/bokar-rimpoche-tomar-refugio/" target="_blank" rel="noopener">Bokar Rimpoche</a>, os quais, por sua preciosidade, recomendamos que sejam lidos e relidos com atenção.</p>
<p><em>Por que</em> tomamos refúgio, <em>em quem</em> tomamos refúgio, e o processo de desenvolvimento da fé a partir do respeito adquirido pelo estudo e da prática foram tópicos apresentados, os quais recomendamos que sejam objeto de reflexão e meditação analítica até o próximo encontro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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